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Papai Noel aprende língua de sinais para atender crianças surdas em São José

José Mário Graciano, 68 anos, que atua há dez anos como papai noel, aprendeu há três a linguagem. Ele atende em um shopping.

Um papai noel aprendeu a língua brasileira de sinais (libras) para atender crianças com deficiência auditiva neste Natal. Segundo José Mário Graciano, de 68 anos, e que atua há dez como personagem, o aprendizado foi há três para que conseguisse se comunicar com as crianças, sem restrições.

Graciano conta que decidiu fazer a especialização depois de ser surpreendido por uma criança surda que não conseguir se comunicar. “Eu estava preparado para mais um ano como todos os outros, quando fui surpreendido por dois jovens surdos. Eu não sabia o que fazer, não podia fazer com eles o que todo papai noel faz, que é ouvir o pedido. Foi quando fui pesquisar o que podia fazer e descobri o curso de libras”, conta Graciano.

Escolha

Mais que barba branca e a afinidade com as crianças, saber libras foi decisivo na hora da contratação, segundo a gerência do centro de compras, que pelo primeiro ano tem um Papai Noel inclusivo.

A aposta está fazendo sucesso e nesta terça-feira (12) ele recebeu a visita de cerca de 30 crianças da Associação de Apoio Ao Deficiente Auditivo (AADA). O Ricardo é uma das crianças e este ano ele conseguiu fazer o seu pedido: um cachorro de estimação.

Para a psicopedagoga da associação, Jussara Alvarenga, a habilidade do papai noel é um passo a mais paraa criação de uma sociedade inclusiva. “É tão comum para as crianças irem ao shopping nessa época do ano e fazerem seus pedidos. Isso precisa ser para eles também. Essa comunicação direta não tem preço”, comenta.

Confira a matéria completa clicando no vídeo abaixo

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Que tal um presente coletivo para a professora?

Já pensou em dar um presente coletivo para as professoras da escola de seu filho? Essa foi a dica que Daniela Folloni, do @blogitmae, deu para o Portal Disney Babble:

A vantagem é que todo mundo contribui com um valor acessível e no final dá para comprar um presente bem bacana e com significado. Para a iniciativa dar certo é preciso certo engajamento e espírito de equipe da turma. Seguem algumas dicas:

O que dar como presente coletivo?

Dica: procure fugir de presentes que percam o valor ao longo do tempo, como roupa ou produtos de beleza. O mais bacana é algo que seja perene. Pode ser um presente feito pelas crianças, como um livro encadernado com desenho feitos por elas especialmente para a professora. E pode ser algo como uma correntinha ou pulseira que ela guardará para sempre como recordação da turma.

Quanto ratear por aluno?

É preciso fazer uma pesquisa com as mães para verificar qual faixa de valores elas pretendem gastar. Assim, evitam-se constrangimentos. Ah! Mais um detalhe importante: o presente coletivo só faz sentido quando todos participam.

Como administrar a compra e os pagamentos?

Uma mãe tem que ser responsável pela compra. E as demais precisam ser desprendidas para confiar no gosto dela. Eles também pode mandar fotos com opções via WhatsApp. Uma votação para escolher o melhor ajuda. Mas sem muito apego, ok? Como esse tipo de ação envolve muita gente, o ideal é que todos tenham jogo de cintura para não exigir perfeição. É de bom tom pagar rapidamente o valor devido, para não deixar a mãe responsável com a saia justa de ter de cobrar. Esquecer porque estava na correria não vale como desculpa nesse caso.

Como deixar o presente ainda mais especial?

Vale incluir um cartão coletivo, com uma mensagem e assinatura de todos. Certamente, vai ser uma recordação para vida toda. Não apenas pelo presente, mas pelo gesto de o grupo se mobilizar para homenagear a professora de forma coletiva.