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Empresas Juniores inauguram nova fase e se preparam para novos desafios

Fotografia de um grande salão onde ocorreu um dos eventos. Nele, há dois painéis com slides e também diversas cadeiras enfileiradas
Abertura do evento Desperte que ocorreu em Presidente Prudente. (Fonte: Núcleo UNESP)

“É preciso diferenciar emprego, trabalho e vocação”. Essa afirmação tem corrido diversos eventos de formação profissional país afora. A marca de quase 14 milhões de desempregados atingida este ano no Brasil se soma aos altos índices de jovens que deixaram de procurar ativamente um emprego. Se preparar para a recuperação econômica é o caminho mais procurado por quem ainda está na universidade ou acabou de sair dela. Neste cenário, o movimento empresa júnior (MEJ) se mostra uma porta de entrada para quem quer se destacar dentro e fora da sala de aula.

Um novo modelo

De Universidades públicas e particulares, o MEJ se espalhou Brasil afora e tem diretrizes claras: ética, educação e transformação. Tudo isso impactando o país de forma positiva com os projetos desenvolvidos pelos estudantes.

No estado de São Paulo, por exemplo, a rede cresceu tanto na última década que precisou adotar um novo modelo. Antes segmentadas por IES (Instituição de Ensino Superior), agora passam a se dividir por regiões. Quatro núcleos passam a agregar as diversas Empresas Juniores das universidades paulistas.

O novo modelo de organização  foi votado e aprovado pelos conselhos administrativos nos Núcleos – como são conhecidos os pólos. E deu seu pontapé no último final de semana. As cidades de Campinas, São Carlos, São Paulo e Presidente Prudente abrigaram simultaneamente os eventos que marcam o início de uma nova fase do movimento. Centenas de jovens conectados e ansiosos para o que vem pela frente.

O evento em Presidente Prudente reuniu aproximadamente 200 congressistas da região de Bauru. Lá, ocorreu uma abertura com a presença de representantes do empreendedorismo das instituições de ensino da cidade. São elas Toledo, UNOESTE, Fatec, FAPEPE e FGV. O momento consolidou esse novo estímulo de mudança do Núcleo UNESP para o Núcleo Bauru, que vai aproximar as distâncias e aumentar a conexão com o ecossistema empreendedor regional em que ela está inserida.

Da classe ao mercado

O Desperte!, nome dos eventos inaugurais, trouxeram grandes novidades. A programação estava repleta de oportunidades para se aprimorar em conhecimento de mercado, gestão e liderança. Juntando a teoria à prática, diversos workshops e palestras marcaram o lançamento dos logotipos dos quatro novos núcleos.

O evento, um dos muitos realizados no ano, é a efetivação do trabalho que começa na sala, passa pela empresa júnior e chega ao mercado. Seja em projetos realizados pelos estudantes, seja por eles próprios como potenciais líderes.

Fotografia de aproximadamente vinte e três jovens do MEJ reunidos e sorrindo.
Gestão 2018 do Núcleo UNESP, instância organizadora do evento. (Fonte: Núcleo UNESP)

A empresa de consultoria em gestão, Falconi, também fez uma participação no evento. Eles trouxeram um conteúdo de Gestão para Resultados. E  também criaram um estímulo de comprometimento nos empresários juniores para que foquem no objetivo ou meta a ser alcançada. Assim, mostrando que o movimento é pragmático em sua visão e atuação.

O próximo passo é a inauguração oficial e eleição da diretoria executiva dos núcleos.  No próximo ano, eles protagonizarão diversas novidades e mudanças.

Independente da configuração da rede, uma coisa é certa: o MEJ tem conectado milhares de pessoas aos seus propósitos. E fazem isso através de um impacto social dentro e fora da Universidade.

O “Desperte” em Presidente Prudente contou com a parceria da Unoeste e o apoio da Foregon, do Instituto Brasileiro de Línguas de Presidente Prudente, da America FGV Prudente, do Sebrae, do Senac, do Inova Prudente, da digio, da Gold Autoescola e da Falconi.

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Empresa júnior baiana cria projeto de educação política nas escolas

Fotografia de Ana e Gabriela, da Alfa Consultoria, lado a lado sorrindo.
Fotografia de Ana e Gabriela, da Alfa Consultoria, lado a lado sorrindo.
Ana e Gabriela, da Alfa Consultoria (Reprodução/Bahia Notícias)

Falta muito pouco tempo para as eleições. E, neste cenário, as redes sociais estão cheias de discussões sobre quem é o melhor político e o que se espera dos candidatos eleitos. No entanto, ainda há pouco conhecimento sobre os cargos políticos e suas obrigações. Para desenvolver a conscientização política de jovens, a Alfa Consultoria Júnior teve uma ideia muito interessante. Eles são uma empresa júnior formada por estudantes da Faculdade Baiana de Direito que buscam oferecer soluções jurídicas. Seu projeto busca ajudar soteropolitanos e adolescentes em todo o país a escolherem melhor seus candidatos e entenderem como funcionam os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

A ideia surgiu dentro da própria Alfa. Essa empresa não busca só oferecer consultoria jurídica mais barata, mas também gerar impacto positivo na sociedade investindo em criatividade. Foi assim que o “Future!” foi criado. A presidente da empresa, Gabriela Aires, e a gerente de relacionamento jovem, Ana Beatriz Oliveira, deram uma entrevista para o Bahia Notícias. Na conversa, elas explicaram como surgiu a vontade de discutir sobre política.

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Como funciona?

Os passos são simples. Primeiro, uma equipe leva até as classes um jogo de aproximadamente 3 horas. Assim, cada classe pode aprender sobre política de forma mais lúdica. Depois, os alunos passam por aulas que discutem as obrigações de cada poder e como funcionam as votações. Eles abordam também como não acreditar em fake news e até plataformas que podem ajudar a identificar quais candidatos têm ideais mais próximos dos seus.

“Entendemos que é bacana levar essas informações de forma lúdica e que se assemelhe mais à realidade desses alunos. Se você falar: ‘pesquise um candidato’. Eles não vão querer. Agora, se disser que tem uma plataforma que faz um quiz para você saber qual é o melhor candidato, gera mais interesse. Então nós queremos trazer sempre coisas novas, para ir adaptando o projeto da melhor forma”, detalhou.

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A aplicação do projeto

Segundo a presidente da Alfa, o ideal é aplicar a iniciativa entre alunos do 2º ano do Ensino Médio. “Quando você está no primeiro ano, muitas vezes não tem a maturidade suficiente para discutir certos temas. Então, poderia não ser tão bem aproveitado. O terceiro ano é mais voltado para o vestibular, as pessoas estão focadas em outras coisas. Mas se você tem uma base, desde o segundo ano, de uma percepção política, de forma suprapartidária, você consegue ter um senso crítico para você levar essas informações para nossa compreensão dentro e fora da escola”, explicou.

Neste momento, a Alfa tem buscado parcerias com escolas de Salvador e Região Metropolitana e, para cada instituição particular que aceitar investir no projeto, uma pública será beneficiada de forma gratuita. E a intenção dos criadores é levar a proposta também para o resto do país. Eles inscreveram o “Future!” no “Desafio Todos Juntos Pela Educação”, que é proposto pela Cia de Talentos e pela Brasil Júnior [confederação de empresas juniores] e terá prêmios de até R$ 25 mil, além de suporte para desenvolver a iniciativa e ampliar seu impacto. “Os melhores projetos vão ser encaminhados para o Ministério da Educação, com possibilidade de se tornar política pública”, aponta Gabriela. O resultado do prêmio será divulgado no dia 7 de novembro.

 

Post com resumo e modificações produzidas pelo Caindo no Brasil da publicação “Empresa júnior baiana cria projeto para desenvolver conscientização política em escolas“, da repórter Rebeca Menezes para o site Bahia Notícias. Leia a matéria original e na íntegra clicando no link.

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Universitários impulsionam resultados de empresas com projetos de baixo custo

Fotografia de duas mulheres membros da Químida Jr falando com dois homens, de costas

A instabilidade da economia brasileira vem causando uma certa incerteza entre empreendedores e empresários. Com margens de lucro menores, fica cada vez mais difícil investir na criação e na expansão dos seus empreendimentos. Porém, é nesse cenário que as Empresas Juniores se mostram uma solução muito interessante a atual situação de crise. Elas são organizações sem fins lucrativos, formadas por estudantes de diversas áreas de graduação, que prestam serviços de baixo custo. Principalmente para os empreendedores, que muitas vezes não tem condições financeiras para contratar o serviço de empresas já consolidadas no mercado.

Mas por que esses universitários realizam esses serviços sem expectativas de retorno financeiro pessoal? E mesmo tendo uma carga curricular à cumprir? Esse ideal surge com Movimento Empresa Júnior (MEJ), que tem como propósito impactar a sociedade e estimular o aprendizado na prática. Assim, criando uma cultura empreendedora ainda na graduação.

Relações mais humanas

A Química Jr. da UNESP de Araraquara, interior de São Paulo, é um bom exemplo. Ela foi procurada pela Solenis, uma multinacional do segmento da indústria química. A empresa precisava realizar um projeto de implantação da metodologia 5S, que é a base para a qualidade total de gestão. Eles fizeram a aquisição da planta da Quimatec Produtos Químicos, mas os funcionários antigos ainda não haviam aderido à nova cultura. Por isso, mantinham alguns antigos hábitos. Os maiores problemas da empresa eram as ruas desorganizadas. Além disso, os funcionários tinham algumas atitudes que punham em risco sua própria saúde.

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A responsável da planta já conhecia o Movimento Empresa Júnior através de seu sobrinho, que também é empresário. Ele já havia contratado o mesmo treinamento com uma empresa júnior de Minas Gerais.

Fotografia de duas mulheres membros da Químida Jr falando com dois homens, de costas
Membros da Química Jr aplicando o treinamento 5S na empresa. (Fonte: Química Jr.)

A equipe do projeto foi dividida em 5 grupos, e cada um acompanhou uma média de 12 funcionários. Dessa forma, a produção da indústria não pararia e em cada grupo teria funcionários de diferentes setores para contato. O acompanhamento era feito semanalmente, com apresentações de metodologias para que toda semana os setores fossem auditados em relação às mudanças, tanto pelos membros da empresa júnior quanto pelos próprios funcionários.

Imagem de uma mulher membro da Químida Jr analisando partes de uma fábrica.
Membro da Química Jr realizando a avaliação da organização da Solenis. (Fonte: Química Jr.)

Os resultados continuam surgindo, mas várias mudanças já foram realizadas. A empresa agora possui ruas delimitadas por faixas e sistema de endereçamento. Além disso, conta com métodos de acompanhamento de atividades e alguns setores com grande destaque de resultados. “Nós estávamos sempre dispostos a fazer mudanças na nossa forma de trabalhar que se encaixasse com a realidade da empresa”, comenta Larissa Carvalho, membro da Química Jr. “Além disso, acredito que um diferencial foi a aproximação que tivemos com os funcionários”.

Comunicação e trabalho na prática

Outra empresa júnior, a EDIFICar Jr da UFSCar, também impactou na abertura de um novo negócio em São Paulo, no Cantareira Norte Shopping. Frederico Diniz, empreendedor em São Carlos, tinha a intenção de expandir seu negócio abrindo mais uma franquia. Por isso, procurava uma empresa para realizar o projeto elétrico e um layout de totem para o seu quiosque. Ele conheceu a empresa júnior através de um projeto de orçamento para a reforma de sua casa. No fim, ele escolheu essa opção porque outras empresas do ramo tinham um preço muito mais elevado.

“A satisfação foi tanta que em uma circunstância fora da construção residência, durante o processo da instalação de um quiosque nosso da franquia da lupo, acabamos precisando de um projeto elétrico com ART fora do previsto inicialmente. Mesmo assim, esse serviço foi feito de maneira rápida e eficiente, e hoje está em total funcionamento”, comenta Frederico.

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Apesar do cliente ter solicitado o serviço para um prazo de 15 dias (incluindo a emissão dos documentos) e diversas exigências feitas por parte da franquia, o trabalho da empresa júnior foi eficiente e solução de qualidade para o cliente por um preço acessível.

Imagem do quiosque da LUPO no shopping.
Quiosque do projeto finalizado. (Fonte: EDIFICar Jr.)

O empreendedor também comentou que “um diferencial muito positivo foi a atenção despendida pelos alunos da EDIFICar Jr., afinal, isso não é adquirido facilmente no mundo universitário. Mas eles todos tinham uma boa desenvoltura e facilidade de comunicação. Acho que tudo isso contribuiu para que a gente construísse algo mais sólido.”

Movimento Empresa Júnior

O Movimento Empresa Júnior conta com mais de 600 empresas juniores e 20 mil universitários, de todos os estados. Só no ano passado foram realizados mais de 11 mil projetos, com clientes do setor público, privado e pessoas físicas. Esse movimento está presente em 40 países e é destaque no Brasil pelo seu impacto positivo. Além disso, há um grande propósito que movimenta os seus resultados. Eles buscam impactar a economia do país por meio de uma formação empreendedora e pela educação na prática.

No estado de São Paulo existem quatro instâncias que representam e articulam o contato com essa rede de empresas juniores. São elas o Núcleo UNESP, o NUJ (Núcleo UFSCar Júnior), a USP Júnior e o Núcleo Unicamp. Cada uma representando uma instituição de ensino, e a FEJESP que coordena os Núcleos e abrange as outras universidades.

Para os interessados, o portfólio da Química Jr. inclui: análises químicas; boas praticas de fabricação; gerenciamento de resíduos sólidos; selo verde; rotulagem e mapeamento de processos. E o portfólio da EDIFICar Jr. inclui: acessibilidade; regularização de imóveis; orçamentação; projeto arquitetônico; elétrico e hidrossanitário.

Para mais informações sobre o MEJ e o Núcleo UNESP: relacoes@nucleounesp.com.br

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Através de empresa júnior, universitários realizam projeto sustentável de gerenciamento de resíduos com hotel de ecoturismo

A instituição da Lei nº 6.938/81 da Política Nacional do Meio Ambiente mostrou alguns avanços no meio ambiente. Apesar disso, o Brasil ainda encontra-se sob uma ótica imediatista e de uso insustentável dos recursos naturais. E isso contribuí com a degradação ambiental e compromete o desenvolvimento sustentável. Dessa forma, ainda existe a necessidade de mudanças nas atitudes dos cidadãos em relação ao uso e proteção dos recursos e serviços ambientais.

É nesse cenário que os universitários do Movimento Empresa Júnior (MEJ) se inserem como solução. Mobilizados em organizações chamadas de Empresas Juniores, esses jovens prestam serviços para a população nas mais diversas áreas. E com o propósito de impactar a sociedade e estimular o aprendizado na prática, eles criam uma cultura empreendedora ainda na graduação.

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Apesar do MEJ ter como propósito impactar a economia do país, algumas empresas juniores vão além. Elas impactam positivamente também o meio ambiente. É o caso das empresas juniores GeoAmbiental Jr e a Biosfera Jr. As duas trouxeram por meio da vivência empresarial dentro das universidades, alternativas e melhorias para o meio ambiente.

Resort ecológico

A GeoAmbiental Jr. de Presidente Prudente viu uma grande oportunidade de impactar no meio ambiente da região através do aprendizado na prática. Isso aconteceu quando essa empresa júnior dos cursos de engenharia ambiental e geografia conheceu um hotel de turismo localizado no município de Pirapozinho, o Terra Parque Eco Resort. O hotel produzia uma grande quantidade de resíduos sólidos diariamente devido a quantidade de hóspedes. Por isso, queriam aprimorar alguns conceitos de sustentabilidade e desenvolvimento ecológico, e acabaram procurando a empresa júnior.

Foi proposto um Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS). Nele, os estudantes abordaram a implementação de um processo para os resíduos gerados pelo empreendimento. Com isso, otimizaram o processo e e garantiram menor impacto ao meio ambiente pela atividade geradora. O projeto está sendo desenvolvido a cerca de 1 ano e 5 meses, e já passou por duas gerentes de projeto, Jullia Gaudêncio e Nathalia Batista.

Imagem do lixo que será reciclado do hotel
Antes e depois da implantação do projeto de PGRS (Foto: GeoAmbiental Jr.)

Com a implementação do PGRS, o processo de trabalho do hotel mudou. Uma consciência ecológica nos funcionários sobre a geração de resíduos do dia a dia de trabalho foi criada. Além disso, também começou a ser construída uma cultura de política ambiental. Agora os funcionários são responsáveis pela destinação e disposição dos resíduos, trabalhando de maneiras que tragam menos impacto ambiental. Além disso, eles realizam parcerias com cooperativas de reciclagem por meio da doação de resíduos, visando a destinação adequada e valorizando o trabalho desenvolvido pelos catadores das cooperativas. Só na primeira entrega de materiais recicláveis na Cooperativa de Trabalhadores de Produtos Recicláveis de Presidente Prudente (COOPERLIX), foram entregues 60 quilos de plásticos, 40 quilos de papel e 250 quilos de vidro.

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Uma das gerentes do projeto, Nathalia Batista, comenta: “outra coisa interessante foi aproximação de realidades diferentes. Do cliente que é um hotel com a cooperativa de catadores de Presidente Prudente, proporcionando consciência ambiental”.

Atuação nas periferias

Imagem de onze jovens realizando um plantio de mudas
Estudantes do AJA e membros da empresa júnior realizando o plantio de mudas na educação ambiental. (Foto: GeoAmbiental Jr.)

A Geoambiental Jr. também realiza uma parceria para incentivar a educação ambiental e o empreendedorismo nos jovens de periferia. Eles fazem isso através de um projeto com a Coordenadoria da Juventude do município de Presidente Prudente, chamado Agente Jovem Ambiental (AJA). Foram duas edições que duraram 3 meses cada, uma em 2017 e outra em 2018. Na segunda edição, os jovens realizaram uma feira para vender seus produtos confeccionados com material reciclado. Assim, aplicando o que aprenderam nas aulas de empreendedorismo em conjunto de conceitos de sustentabilidade.

Imagem de Amanda Cassab sorrindo enquanto entrega o certificado para os dois jovens participantes do projeto
Amanda Cassab, da GeoAmbiental Jr, entregando o certificado para os jovens participantes com o Juliano Borges, da Coordenadoria da Juventude. (Foto: GeoAmbiental Jr.)

“Os jovens que participaram do projeto tiveram uma grande mudança de comportamento em relação ao meio ambiente. Além disso, também perceberam a educação como algo transformador para si e para a comunidade” comenta Amanda Cassab, a gerente do projeto.

Michele Cristina, da Coordenadoria da Juventude, comenta: “O projeto Agente Jovem Ambiental foi um dos melhores projetos que a coordenadoria fez pelos jovens. Eu sinto orgulho por ter feito parte da organização e ter acompanhado o projeto”. As expectativas foram superadas e o contato que os universitários tiveram com esses jovens foi muito positivo. Por isso, a parceria entre a prefeitura do município e a empresa júnior foi estabelecida também para os próximos anos.

Em São José do Rio Preto, a Biosfera Jr. realizou um projeto de levantamento florístico em um condomínio em Bady Bassit. Seu objetivo era identificar as espécies de plantas e informar sobre o ecossistema do condomínio aos moradores. Tudo isso através de placas sinalizantes com informações diversas, criando uma conscientização ambiental.

 

Movimento Empresa Júnior

O Movimento Empresa Júnior conta com mais de 600 empresas juniores e 20 mil universitários, de todos os estados. Só no ano passado foram realizados mais de 11 mil projetos, com clientes do setor público, privado e pessoas físicas. Esse movimento está presente em 40 países e é destaque no Brasil pelo seu impacto positivo. Além disso, há um grande propósito que movimenta os seus resultados. Eles buscam impactar a economia do país por meio de uma formação empreendedora e pela educação na prática.

No estado de São Paulo existem quatro instâncias que representam e articulam o contato com essa rede de empresas juniores. São elas o Núcleo UNESP, o NUJ (Núcleo UFSCar Júnior), a USP Júnior e o Núcleo Unicamp. Cada uma representando uma instituição de ensino, e a FEJESP que coordena os Núcleos e abrange as outras universidades.

Para os interessados, o portfólio da GeoAmbiental Jr. inclui: delimitação de APP (Área de Preservação Ambiental); educação ambiental; cadastro ambiental rural (CAR); análise de solo e água e o plano de gerenciamento de resíduos sólidos (PGRS). O portfólio da Biosfera Jr. inclui: educação ambiental, levantamento florístico e viagem ecoturística.

Para mais informações sobre o MEJ: relacoes@nucleounesp.com.br

 

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Movimento Empresa Júnior promove desenvolvimento social e educação prática

Imagem de seis homens em uma obra sorrindo para a foto

O quanto um universitário pode impactar durante sua graduação? Essa é uma das perguntas que pairavam sobre a cabeça de um grupo de jovens quando fundaram o Movimento Empresa Júnior. Também conhecido como MEJ, atualmente esse é o maior movimento de articulação empreendedora jovem do Brasil.

Imagem de seis homens em uma obra sorrindo para a foto
Trabalhadores da Usina Fátima do Sul e os membros Rafael Pinholi e Lucas Gasparini da Alicerce Empresa Júnior. (Foto: Alicerce)

Esses jovens se juntam dentro do ambiente universitário para formar empresas em sua área de formação. Formadas por estudantes de todas as áreas, eles chamaram esse projeto de Empresas Juniores. Conhecidas também como EJs, elas prestam serviços em suas áreas de atuação para clientes reais, com preços até 75% mais baixos que o do mercado.

O movimento empresa júnior tem como propósito impactar a economia do país e a sociedade. Eles buscam fazer isso através de projetos realizados e fomentam a cultura empreendedora dentro das universidades pelo aprendizado na prática. Estimulando, assim, maior engajamento e sentido na educação

Diminuir impactos ambientais

Só em São Paulo existem inúmeras iniciativas de sucesso. Uma delas é um projeto de engenharia civil com a Alicerce Empresa Júnior, na UNESP de Ilha Solteira. Eles fizeram um grande conjunto de projetos estruturais para um galpão de máquinas da Usina Fátima do Sul. O projeto incluía um pavimento para suportar treminhões e o dimensionamento do coletor e separador de óleo proveniente da lavagem de caminhões para preservação do solo e lençol freático do ambiente. “O projeto foi precificado bem abaixo do preço de mercado para que nosso cliente pudesse custeá-lo. Assim, também podemos diminuir os impactos ambientais no local”, conta Rafael Pinholi, diretor presidente da EJ.

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Imagem de uma jovem sorrindo ao lado de um homem, segurando um contrato
Maria Eduarda da PROMAD Jr. com Geraldo Cesar Cerdeira, secretário da Prefeitura de Itapeva mostrando o contrato do projeto fechado. (Foto: PROMAD Jr.)

Gerar renda

Na área de engenharia de madeiras, a PROMAD Jr., da UNESP de Itapeva, também realizou um projeto com a Prefeitura da cidade. Eles trabalharam com o tratamento térmico de madeira para a construção de cinco pontes na zona rural. Assim, possibilitando uma melhoria na locomoção da população da cidade. Para o tratamento, foi movimentado o laboratório de preservação de madeira da UNESP, que raramente é usado devido ao custo de utilização. Isso gerou recursos para a faculdade poder investir mais em seus equipamentos e ao mesmo tempo gerou lucro para a empresa júnior, permitindo uma melhor capacitação de seus membros.

Influenciar a economia local

Já em São Carlos, a EDIFICar JR, da UFSCAR, fez um projeto elétrico para um quiosque de um shopping de São Paulo no tempo recorde de apenas 15 dias. O cliente Frederico Diniz, empreendedor aposentado, precisava de uma solução para a cobertura da caixa de energia e de um layout do quiosque para abrir a sua franquia. Isso possibilitou uma maior oferta de empregos e um impacto na economia do local.

OLHA SÓ: Universitários impulsionam resultados de empresas com projetos de baixo custo

Movimento Empresa Júnior

Essa rede brasileira conta com mais de 600 empresas juniores, compostas por mais de 20 mil empresários juniores. Só no ano passado, eles realizaram mais de 11 mil projetos como os que foram citados. O movimento empresa júnior existe internacionalmente em 40 países, e o Brasil é um grande destaque.

No estado de São Paulo, são cinco instâncias que representam, unem e desenvolvem essas empresas juniores. Cada uma representa uma instituição de ensino: o Núcleo UNESP; o NUJ (Núcleo UFSCar Júnior); a USP Júnior,;o Núcleo Unicamp; e a FEJESP, que coordena os Núcleos e as empresas júniores de outras universidades.