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Como lidar com a birra? SOS CanalBloom!

Uma criança pequena ainda não desenvolveu a capacidade suficiente em seu cérebro para lidar com as emoções, principalmente quando está frustrada. Isso significa que ela ainda não tem recursos para regular a atitude que vai ter diante dessas emoções. Por isso, ela reage gritando, batendo, se jogando no chão… Veja como ajudá-la a desenvolver essa capacidade de autorregulação, tão importante!

A criança não te escuta? SOS CanalBloom!

Antes de agir, você precisa estar calmo

É um desafio, mas tente respirar profundamente e devagar. Poucos segundos já são muito potentes. A criança só vai conseguir se acalmar se você também estiver calmo. Ele se assusta com a intensidade de todas essas emoções e precisa de você para se sentir segura diante de tudo isso. Por isso, se o coração acelerou com o estresse, você pode ir lavar o rosto e só depois tome uma atitude.

Garanta a segurança

A criança pode querer bater ou arremessar objetos, como um jeito de se defender dessas emoções tão desconfortáveis. Você vai querer dizer que ela não pode bater, mas nesse primeiro momento a conversa não é uma boa estratégia. A parte reativa do cérebro da criança está em ação e isso significa que ela não vai conseguir entender o que você diz. Então, garanta que a criança não vai se machucar e nem machucar alguém. Tire os objetos perigosos do alcance e garanta um ambiente seguro.

Acolha a criança

Ela só vai te escutar quando o cérebro dela deixar de operar a partir desse estado reativo. Tenha paciência e dê um tempo para essa reação passar. Para isso, conecte-se com a criança. Seja carinhoso. Quando você a acolhe, você o ajuda a acalmar essa parte reativa do cérebro. O que ela precisa é um contato amoroso, mais do que palavras. Experimente um abraço, sempre respeitando o espaço dela. Se ela não quiser, esteja por perto. Isso fará ela se sentir segura. Quando ela estiver mais calma, vocês poderão conversar.

Aceite a emoção, não a atitude

Ajude a criança a perceber a diferença entre o que ela sentiu e o que ela fez. Todas as emoções são naturais, mas não é toda atitude que é aceitável. Você pode dizer: “Eu entendo que você ficou tão bravo que quis quebrar o brinquedo. Mas você não pode destruir o brinquedo. Vamos pensar em outra forma de expressar a sua raiva?”. É importante que você a ajude a encontrar soluções mais saudáveis para lidar com essa emoção. Pode ser batendo em um travesseiro, assim ninguém se machuca.

Tenha paciência e lembre que a criança está aprendendo a lidar com o que sente. Para conferir o SOS completo sobre esse tema, acesse: https://canalbloom.com/sos/lidando_com_a_birra.

O CanalBloom é uma plataforma que traz ferramentas para apoiar pais e mães nos desafios da parentalidade, buscando uma infância mais saudável com base em orientações de especialistas e um conhecimento qualificado. Acesse através do: www.canalbloom.com

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“A falta que a falta faz”: vídeo de Jout Jout sobre livro infantil ensina sobre educação socioemocional

Imagem da youtuber joutjout segurando ao seu lado o livro aberto.

Os livros infantis podem ensinar muito para os adultos. Afinal, é tudo uma questão de olhar. O livro A Parte que Falta, do poeta e ilustrador Shel Silverstein foi lançado em fevereiro deste ano pela editora Cia das Letrinhas. E, através de um olhar muito diferenciado, a youtuber carioca Julia Tolezano – conhecida como Jout Jout – viralizou na internet um vídeo onde ela lê e comenta a obra. 

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O livro fala sobre a busca incansável de um ser por uma parte que venha lhe completar. “Não sei quanto a você, mas sempre falta um trocinho. Às vezes, falta muita coisa, às vezes só uma coisinha que parece um mundo de faltas. Pra muitos, falta o indispensável e aí o que falta pra você parece nada, mas é demais de onde você está olhando”, diz Jout Jout, emocionada.

Educação socioemocional para crianças, jovens e adultos

Embora seja um livro destinado ao público infantil, os adultos também podem se encantar. Quem não sente que lhe falta algo? E se nos falta algo, o que fazemos? Muitas vezes nós focamos em buscar apenas essa parte que nos falta. E, consequentemente, não damos o merecido valor às coisas que já temos.

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Algumas vezes a vida também pode oferecer essa coisa que está faltando, para somar ao que já possui. No entanto, nem sempre isso acontece. Muitas vezes, ao encontrar essa parte que falta, estamos, na verdade, fazendo uma troca, e abrindo mão de algo que já tínhamos. E isso pode acontecer em todas as áreas da vida. 

A obra é muito rica e pode ensinar muito sobre a educação socioemocional. O material é incrível para pais, educadores, jovens e crianças. Olha só essa reflexão incrível sobre as necessidades da vida:

Post com resumo e modificações produzidas pelo Caindo no Brasil da publicação “Escolas adotam mindfulness e outras técnicas meditativas para desenvolver habilidades socioemocionais dos alunos”, da reporter XXX para a Revista Educação. Leia a matéria original e na íntegra clicando no link.

 

https://www.pensarcontemporaneo.com/falta-que-falta-faz-video-de-jout-jout-sobre-livro-infantil-viraliza-e-emociona-internet/