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Projeto recebe menção honrosa em prêmio da Fast Company

O projeto Área 21 desenvolve competências socioemocionais com jovens do ensino médio em situação de alta vulnerabilidade social. No entanto, nunca imaginou ganhar um prêmio internacional da Fast Company. A iniciativa trabalha a partir de metodologias de aprendizagem inovadoras baseadas em cultura maker, projetos, gamificação e design thinking.

A equipe se surpreendeu ao receber a notícia que a proposta desenvolvida na periferia de SP recebeu menção honrosa. Ao todo, mais de duas mil organizações se inscreveram para o World Changing Ideas 2019. Ao todo, foram 17 categorias com temáticas que abordavam tecnologia, criatividade e temas sociais. O prêmio da Fast Company contou com 17 vencedores, mais de 200 finalistas e cerca de 300 menções honrosas.

Fast Company homenageou projeto que trabalha com educação maker

O Instituto Tellus, com o projeto, foi a única instituição brasileira a receber uma menção honrosa na categoria Educação. Inaugurada em 2017, a Área21 incentiva os estudantes a propor soluções criativas para desafios reais trazidos pelos educadores do projeto. Para a resolução desses desafios, o laboratório maker oferece diversas ferramentas. Os jovens têm à disposição equipamentos de realidade virtual e aumentada, impressoras 3D, fresadora a laser, chroma key, entre outros.

Da periferia de SP para o prêmio da Fast Company em NY

Ao todo, em seus 2 anos de atuação, no Instituto Ana Rosa e no Centro Educacional Assistencial Profissionalizante (CEAP), ambos localizados em São Paulo, a Área 21 já impactou cerca de 1000 jovens. Para Lyna Malheiros, líder da Área 21, a menção honrosa é um importante reconhecimento da atuação do projeto em comunidades que têm em seu núcleo o desejo de mudar o mundo, mas que normalmente não têm as oportunidades para fazê-lo.

Área21 desenvolve competências socioemocionais com jovens da periferia de SP

“Os jovens dessas comunidades não são frequentemente incentivados a refletir sobre seu processo de aprendizagem. Eles também não têm a visão clara sobre sua capacidade de transformação na sociedade. O projeto Área21 traz para eles a oportunidade de desenvolver diversas competências. Isso fortalece autoestima e criatividade. Eles precisam disso para lidar com os desafios que o mundo do trabalho, a comunidade e a sociedade trazem. Esta conquista é bastante significativa para todos e, principalmente, para estes jovens”, comemora.

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Universitários impulsionam resultados de empresas com projetos de baixo custo

Fotografia de duas mulheres membros da Químida Jr falando com dois homens, de costas

A instabilidade da economia brasileira vem causando uma certa incerteza entre empreendedores e empresários. Com margens de lucro menores, fica cada vez mais difícil investir na criação e na expansão dos seus empreendimentos. Porém, é nesse cenário que as Empresas Juniores se mostram uma solução muito interessante a atual situação de crise. Elas são organizações sem fins lucrativos, formadas por estudantes de diversas áreas de graduação, que prestam serviços de baixo custo. Principalmente para os empreendedores, que muitas vezes não tem condições financeiras para contratar o serviço de empresas já consolidadas no mercado.

Mas por que esses universitários realizam esses serviços sem expectativas de retorno financeiro pessoal? E mesmo tendo uma carga curricular à cumprir? Esse ideal surge com Movimento Empresa Júnior (MEJ), que tem como propósito impactar a sociedade e estimular o aprendizado na prática. Assim, criando uma cultura empreendedora ainda na graduação.

Relações mais humanas

A Química Jr. da UNESP de Araraquara, interior de São Paulo, é um bom exemplo. Ela foi procurada pela Solenis, uma multinacional do segmento da indústria química. A empresa precisava realizar um projeto de implantação da metodologia 5S, que é a base para a qualidade total de gestão. Eles fizeram a aquisição da planta da Quimatec Produtos Químicos, mas os funcionários antigos ainda não haviam aderido à nova cultura. Por isso, mantinham alguns antigos hábitos. Os maiores problemas da empresa eram as ruas desorganizadas. Além disso, os funcionários tinham algumas atitudes que punham em risco sua própria saúde.

LEIA MAIS: Através de empresa júnior, universitários realizam projeto sustentável de gerenciamento de resíduos com hotel de ecoturismo

A responsável da planta já conhecia o Movimento Empresa Júnior através de seu sobrinho, que também é empresário. Ele já havia contratado o mesmo treinamento com uma empresa júnior de Minas Gerais.

Fotografia de duas mulheres membros da Químida Jr falando com dois homens, de costas
Membros da Química Jr aplicando o treinamento 5S na empresa. (Fonte: Química Jr.)

A equipe do projeto foi dividida em 5 grupos, e cada um acompanhou uma média de 12 funcionários. Dessa forma, a produção da indústria não pararia e em cada grupo teria funcionários de diferentes setores para contato. O acompanhamento era feito semanalmente, com apresentações de metodologias para que toda semana os setores fossem auditados em relação às mudanças, tanto pelos membros da empresa júnior quanto pelos próprios funcionários.

Imagem de uma mulher membro da Químida Jr analisando partes de uma fábrica.
Membro da Química Jr realizando a avaliação da organização da Solenis. (Fonte: Química Jr.)

Os resultados continuam surgindo, mas várias mudanças já foram realizadas. A empresa agora possui ruas delimitadas por faixas e sistema de endereçamento. Além disso, conta com métodos de acompanhamento de atividades e alguns setores com grande destaque de resultados. “Nós estávamos sempre dispostos a fazer mudanças na nossa forma de trabalhar que se encaixasse com a realidade da empresa”, comenta Larissa Carvalho, membro da Química Jr. “Além disso, acredito que um diferencial foi a aproximação que tivemos com os funcionários”.

Comunicação e trabalho na prática

Outra empresa júnior, a EDIFICar Jr da UFSCar, também impactou na abertura de um novo negócio em São Paulo, no Cantareira Norte Shopping. Frederico Diniz, empreendedor em São Carlos, tinha a intenção de expandir seu negócio abrindo mais uma franquia. Por isso, procurava uma empresa para realizar o projeto elétrico e um layout de totem para o seu quiosque. Ele conheceu a empresa júnior através de um projeto de orçamento para a reforma de sua casa. No fim, ele escolheu essa opção porque outras empresas do ramo tinham um preço muito mais elevado.

“A satisfação foi tanta que em uma circunstância fora da construção residência, durante o processo da instalação de um quiosque nosso da franquia da lupo, acabamos precisando de um projeto elétrico com ART fora do previsto inicialmente. Mesmo assim, esse serviço foi feito de maneira rápida e eficiente, e hoje está em total funcionamento”, comenta Frederico.

LEIA MAIS: Movimento Empresa Júnior promove desenvolvimento social e educação prática

Apesar do cliente ter solicitado o serviço para um prazo de 15 dias (incluindo a emissão dos documentos) e diversas exigências feitas por parte da franquia, o trabalho da empresa júnior foi eficiente e solução de qualidade para o cliente por um preço acessível.

Imagem do quiosque da LUPO no shopping.
Quiosque do projeto finalizado. (Fonte: EDIFICar Jr.)

O empreendedor também comentou que “um diferencial muito positivo foi a atenção despendida pelos alunos da EDIFICar Jr., afinal, isso não é adquirido facilmente no mundo universitário. Mas eles todos tinham uma boa desenvoltura e facilidade de comunicação. Acho que tudo isso contribuiu para que a gente construísse algo mais sólido.”

Movimento Empresa Júnior

O Movimento Empresa Júnior conta com mais de 600 empresas juniores e 20 mil universitários, de todos os estados. Só no ano passado foram realizados mais de 11 mil projetos, com clientes do setor público, privado e pessoas físicas. Esse movimento está presente em 40 países e é destaque no Brasil pelo seu impacto positivo. Além disso, há um grande propósito que movimenta os seus resultados. Eles buscam impactar a economia do país por meio de uma formação empreendedora e pela educação na prática.

No estado de São Paulo existem quatro instâncias que representam e articulam o contato com essa rede de empresas juniores. São elas o Núcleo UNESP, o NUJ (Núcleo UFSCar Júnior), a USP Júnior e o Núcleo Unicamp. Cada uma representando uma instituição de ensino, e a FEJESP que coordena os Núcleos e abrange as outras universidades.

Para os interessados, o portfólio da Química Jr. inclui: análises químicas; boas praticas de fabricação; gerenciamento de resíduos sólidos; selo verde; rotulagem e mapeamento de processos. E o portfólio da EDIFICar Jr. inclui: acessibilidade; regularização de imóveis; orçamentação; projeto arquitetônico; elétrico e hidrossanitário.

Para mais informações sobre o MEJ e o Núcleo UNESP: relacoes@nucleounesp.com.br

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Laboratório de criatividade em escolas na periferia de SP traz educação socioemocional e mão-na-massa

No canto esquerdo da fotografia há aproximadamente quatro jovens sentados. No centro, há três jovens sentados em almofadas no chão discutindo sobre um assunto olhando para o notebook.

No canto esquerdo da fotografia há aproximadamente quatro jovens sentados. No centro, há três jovens sentados em almofadas no chão discutindo sobre um assunto olhando para o notebook.
(Reprodução/Facebook Área 21)

Existem muitas formas de contar o que é a Área 21.

Podemos contar sua história através das perguntas que provocaram sua criação. Como “Que competências os jovens precisam desenvolver para garantir seu sucesso no século XXI?”. Durante a cocriação da Área 21, diversos especialistas em educação e espaço maker e jovens foram envolvidos.

Também poderíamos contar começando pela jornada desse projeto. Ele é um Laboratório de Criatividade que traz os jovens para um jogo, onde eles passam por uma fase tutorial antes de partir para as missões reais e conquistar o universo. Ou podemos focar nas competências socioemocionais. Elas são o nosso coração! Tudo na metodologia é pensado para que os jovens desenvolvam criatividade, comunicação e empatia, colaboração e cooperação, pensamento crítico e autoeficácia. Isso acontece através de um super espaço, que tem direito a tudo que um bom “espaço maker”. Ou, como dizemos, espaço mão na massa, que tem cortadora a laser; impressora 3D; arduino; programação; robótica; vídeo e muito mais. O espaço da sala de aula deles é cheio de materiais e projetos realizados pelos alunos, para ter mais pertencimento e conforto. 

Os jovens na Área 21

As formas são muitas, mas, no meio de tantos olhares, o mais aguçado é, sem dúvidas, o dos jovens que fazem a Área 21. “É muito bom pra você aprender coisas novas para sua vida, também não é só pra trabalhar e atuar no mercado de trabalho. Você pode também levar como um aprendizado pra vida, né? Você aprende coisas novas e utiliza elas no dia a dia”, contou Fernando, de 16 anos.

“É um lugar que você vai lá e você coloca suas ideias em prática. Então, você trabalha muito com empatia para saber escutar e também ser escutado pelas outras pessoas. Em todo momento do curso, eles perguntam se você está bem, se você tá de acordo com aquilo, perguntam o porquê das coisas. Afinal, você tem que saber o que tá falando. Então, isso te obriga realmente a pensar. Você cria a sua opinião. Eu sei das coisas porque eu pesquisei sobre isso. Eu fui atrás. Eu criei um projeto sobre isso. E eu posso mudar alguma coisa com esse tipo de projeto. Isso é totalmente reconfortante e muito satisfatório, de verdade.” também contou Giovana, de 15 anos.

No fim, ou no começo, o que vale enfatizar é isso: a Área 21 é dos jovens, eles são os protagonistas, eles constroem, eles aprendem e eles ensinam. Tem muito para contar sobre o projeto, e esperamos poder fazer isso aqui no Caindo no Brasil, convidando vocês para entrar nesse Laboratório de Criatividade. 

Vamos?

Por Lyna Malheiros, coordenadora da Área21 pelo Instituto Tellus

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Através de empresa júnior, universitários realizam projeto sustentável de gerenciamento de resíduos com hotel de ecoturismo

A instituição da Lei nº 6.938/81 da Política Nacional do Meio Ambiente mostrou alguns avanços no meio ambiente. Apesar disso, o Brasil ainda encontra-se sob uma ótica imediatista e de uso insustentável dos recursos naturais. E isso contribuí com a degradação ambiental e compromete o desenvolvimento sustentável. Dessa forma, ainda existe a necessidade de mudanças nas atitudes dos cidadãos em relação ao uso e proteção dos recursos e serviços ambientais.

É nesse cenário que os universitários do Movimento Empresa Júnior (MEJ) se inserem como solução. Mobilizados em organizações chamadas de Empresas Juniores, esses jovens prestam serviços para a população nas mais diversas áreas. E com o propósito de impactar a sociedade e estimular o aprendizado na prática, eles criam uma cultura empreendedora ainda na graduação.

OLHA SÓ: Universitários impulsionam resultados de empresas com projetos de baixo custo

Apesar do MEJ ter como propósito impactar a economia do país, algumas empresas juniores vão além. Elas impactam positivamente também o meio ambiente. É o caso das empresas juniores GeoAmbiental Jr e a Biosfera Jr. As duas trouxeram por meio da vivência empresarial dentro das universidades, alternativas e melhorias para o meio ambiente.

Resort ecológico

A GeoAmbiental Jr. de Presidente Prudente viu uma grande oportunidade de impactar no meio ambiente da região através do aprendizado na prática. Isso aconteceu quando essa empresa júnior dos cursos de engenharia ambiental e geografia conheceu um hotel de turismo localizado no município de Pirapozinho, o Terra Parque Eco Resort. O hotel produzia uma grande quantidade de resíduos sólidos diariamente devido a quantidade de hóspedes. Por isso, queriam aprimorar alguns conceitos de sustentabilidade e desenvolvimento ecológico, e acabaram procurando a empresa júnior.

Foi proposto um Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS). Nele, os estudantes abordaram a implementação de um processo para os resíduos gerados pelo empreendimento. Com isso, otimizaram o processo e e garantiram menor impacto ao meio ambiente pela atividade geradora. O projeto está sendo desenvolvido a cerca de 1 ano e 5 meses, e já passou por duas gerentes de projeto, Jullia Gaudêncio e Nathalia Batista.

Imagem do lixo que será reciclado do hotel
Antes e depois da implantação do projeto de PGRS (Foto: GeoAmbiental Jr.)

Com a implementação do PGRS, o processo de trabalho do hotel mudou. Uma consciência ecológica nos funcionários sobre a geração de resíduos do dia a dia de trabalho foi criada. Além disso, também começou a ser construída uma cultura de política ambiental. Agora os funcionários são responsáveis pela destinação e disposição dos resíduos, trabalhando de maneiras que tragam menos impacto ambiental. Além disso, eles realizam parcerias com cooperativas de reciclagem por meio da doação de resíduos, visando a destinação adequada e valorizando o trabalho desenvolvido pelos catadores das cooperativas. Só na primeira entrega de materiais recicláveis na Cooperativa de Trabalhadores de Produtos Recicláveis de Presidente Prudente (COOPERLIX), foram entregues 60 quilos de plásticos, 40 quilos de papel e 250 quilos de vidro.

LEIA MAIS: Movimento Empresa Júnior promove desenvolvimento social e educação prática

Uma das gerentes do projeto, Nathalia Batista, comenta: “outra coisa interessante foi aproximação de realidades diferentes. Do cliente que é um hotel com a cooperativa de catadores de Presidente Prudente, proporcionando consciência ambiental”.

Atuação nas periferias

Imagem de onze jovens realizando um plantio de mudas
Estudantes do AJA e membros da empresa júnior realizando o plantio de mudas na educação ambiental. (Foto: GeoAmbiental Jr.)

A Geoambiental Jr. também realiza uma parceria para incentivar a educação ambiental e o empreendedorismo nos jovens de periferia. Eles fazem isso através de um projeto com a Coordenadoria da Juventude do município de Presidente Prudente, chamado Agente Jovem Ambiental (AJA). Foram duas edições que duraram 3 meses cada, uma em 2017 e outra em 2018. Na segunda edição, os jovens realizaram uma feira para vender seus produtos confeccionados com material reciclado. Assim, aplicando o que aprenderam nas aulas de empreendedorismo em conjunto de conceitos de sustentabilidade.

Imagem de Amanda Cassab sorrindo enquanto entrega o certificado para os dois jovens participantes do projeto
Amanda Cassab, da GeoAmbiental Jr, entregando o certificado para os jovens participantes com o Juliano Borges, da Coordenadoria da Juventude. (Foto: GeoAmbiental Jr.)

“Os jovens que participaram do projeto tiveram uma grande mudança de comportamento em relação ao meio ambiente. Além disso, também perceberam a educação como algo transformador para si e para a comunidade” comenta Amanda Cassab, a gerente do projeto.

Michele Cristina, da Coordenadoria da Juventude, comenta: “O projeto Agente Jovem Ambiental foi um dos melhores projetos que a coordenadoria fez pelos jovens. Eu sinto orgulho por ter feito parte da organização e ter acompanhado o projeto”. As expectativas foram superadas e o contato que os universitários tiveram com esses jovens foi muito positivo. Por isso, a parceria entre a prefeitura do município e a empresa júnior foi estabelecida também para os próximos anos.

Em São José do Rio Preto, a Biosfera Jr. realizou um projeto de levantamento florístico em um condomínio em Bady Bassit. Seu objetivo era identificar as espécies de plantas e informar sobre o ecossistema do condomínio aos moradores. Tudo isso através de placas sinalizantes com informações diversas, criando uma conscientização ambiental.

 

Movimento Empresa Júnior

O Movimento Empresa Júnior conta com mais de 600 empresas juniores e 20 mil universitários, de todos os estados. Só no ano passado foram realizados mais de 11 mil projetos, com clientes do setor público, privado e pessoas físicas. Esse movimento está presente em 40 países e é destaque no Brasil pelo seu impacto positivo. Além disso, há um grande propósito que movimenta os seus resultados. Eles buscam impactar a economia do país por meio de uma formação empreendedora e pela educação na prática.

No estado de São Paulo existem quatro instâncias que representam e articulam o contato com essa rede de empresas juniores. São elas o Núcleo UNESP, o NUJ (Núcleo UFSCar Júnior), a USP Júnior e o Núcleo Unicamp. Cada uma representando uma instituição de ensino, e a FEJESP que coordena os Núcleos e abrange as outras universidades.

Para os interessados, o portfólio da GeoAmbiental Jr. inclui: delimitação de APP (Área de Preservação Ambiental); educação ambiental; cadastro ambiental rural (CAR); análise de solo e água e o plano de gerenciamento de resíduos sólidos (PGRS). O portfólio da Biosfera Jr. inclui: educação ambiental, levantamento florístico e viagem ecoturística.

Para mais informações sobre o MEJ: relacoes@nucleounesp.com.br

 

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Educação maker é aprender a partir da prática

Já é madrugada aqui e me preparo para dormir após um dia longo, exaustivo, cheio de altos e baixos. A manhã começou bem alegre com uma aula sobre Game Design Play. Nela, tivemos a oportunidade de aprender um pouco sobre estratégias para entretenimento de grupos de pessoas. Também aprendemos sobre stotytelling para a criação de jogos com um professor de Design que tem uma empresa de jogos e festivais.

Ele explicou um pouco sobre o processo de desenvolvimento da lógica dos jogos e explicitou a importância da audiência. Debatemos um pouco sobre fracassos, obsessões e vitórias, além de compartilhar informações bastante interessantes. Você sabia que muitos dos jogos mais divertidos e populares no mundo não são justos com todos os jogadores? Neste caso tudo bem pois faz parte da diversão? E que a maioria das pessoas perde o interesse em um jogo após vencer?

Trabalhando nos meus protótipos

Saí da aula direto para uma loja de ferramentas para comprar alguns materiais que precisava. Cada chave de liga desliga custou 4 dólares e eu senti saudades do mercado do Saara do Rio de Janeiro. De bolso vazio e sacolas na mão passei, o resto do dia trabalhando em protótipos que não só não funcionaram, como destruíram as pilhas.

Educação Maker: acendendo as leds com as mãos

Já tomada pela frustração, fui pedir ajuda para algumas pessoas. Um sujeito ficou preocupado com minha falta de conhecimento em umas coisas de eletrônica e disse que minha idéia era horrível e que eu deveria ter umas aulas antes de resolver mexer com coisas que não conhecia. Eu dei um sorriso amarelo, e sai de fininho. Compreendi  que ele estava preocupado com meu bem estar físico (e o dos outros alunos também), mas aquela atitude me lembrou a daquele pessoal old school que acha que tecnologia é só para nerds e ratos de laboratório e vem pintar os muros  da gente de cinza sabe?

Depois dessas palavras de desencorajamento, fiquei me questionando se não estava louca. Se meu protótipos não eram um delírio galopante da minha cabeça. Será que não é um micão? O dia seguiu com vários protótipos fracassados e um péssimo humor da minha parte.

Faltando 30 minutos para o laboratório fechar, decidi largar os eletrônicos e finalizar o protótipo de VR. Liguei um som de Alceu Valença pra ganhar uma coragem e melhorar a minha cara de azeda e me dei mais uma chance. Afinal, algo precisava dar certo neste dia do inferno. Fiquei enrolando para finalizar as coisas pois do jeito que o dia havia seguido, mais um fracasso e eu ia desabar ali mesmo, na frente de todo mundo. Terminei a montagem ainda desacreditada e fui testar o bicho…

Educação maker é aprender a partir da prática

Abri os olhos e constatei que a engenhoca estava funcionando. Que momento meu Deus, QUE M-O-M-E-N-T-O! Rodopiei e mandei uma banana imaginária para as descrenças do sujeito de antes. E decidi melhor, esse cara acabou de entrar pra minha lista de pessoas que receberão, EM MÃOS, meus protótipo prontinhos. Me aguarde com a farinha gringo, estou chegando com a FAROFA!

Brasileira que está participando do programa de verão da Universidade de Nova York. Ele é realizado dentro do laboratório do ITP, o Programa de Telecomunicação Interativa. O resultado final dessa jornada será a criação do “Livro das ferramentas”, uma coletânea de ferramentas makers que poderão ser montadas de maneira simples e de baixo custo. Confira todos os relatos aqui.

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Quão importante, necessário e desafiador é o desenvolvimento de práticas que possam auxiliar o trabalho dos professores?

Nessa manhã, saí esbaforida da estação W4 para chegar no Washington Square Park. Havia combinado de encontrar com uma amiga de Cingapura. Fomos conhecer a Feira de Ciências local que estava rolando. O parque estava lotado de famílias e cheio de barraquinhas com experiências simples e divertidas para aguçar a curiosidade das crianças em relação à Ciência. Qual foi a minha felicidade ao constatar que a experiência mais legal de todas era uma pista preenchida com  líquido não-newtoniano onde as crianças podiam andar sobre as águas. Experiência que faço com meus alunos no Brasil!

O relógio bateu meio dia e fomos para o workshop “Making Time”. Foi uma sessão muito divertida onde construímos relógios. Foi maravilhoso e totalmente mão na massa. Eu criei um relógio com circuitos de leds. Estava na esperança que refletisse o conceito de estrelas no espaço sideral. Só que não calculei o tempo de prototipagem direito e, como fiz correndo, a soldagem dos circuitos ficou muito porca e frágil. Isso fez com que as leds parassem de funcionar em dois segundos. Mas no fim os ponteiros estavam girando e eu me senti satisfeita com o resultado, mesmo que capenga.

 
Educação Maker Tunnel Lab parede com colagens

Ponto de virada

Não consegui participar da segunda aula do dia, e ela era sobre a construção de campos de mini-golfe. GRANDE erro, os projetos ficaram incríveis. Enquanto o pessoal se divertia, eu resolvi dedicar minha atenção ao segundo workshop de criação de relógios. Nele, iríamos, supostamente operar modificações nos relógios já desenvolvidos via microcontroladores.

a aula foi um D-E-S-A-S-T-R-E.

Os líderes – como chamamos as pessoas que tocam cada sessão – estavam completamente despreparados. (Vamos lembrar que são os mesmos do primeiro workshop que tinha sido maravilhoso). Eles ficaram uma hora montando o protótipo de demonstração, numa falação interminável, enquanto as pessoas ficavam olhando. Não havia tutorial passa a passo. Meu olho já estava pesando.

Educação Maker Tunnel Lab boneco de sucataFinalmente, em determinado momento a falação acabou e um dos líderes perguntou se as pessoas preferiam montar os relógios com os microcontroladores ou falar sobre tempo virtual. Eu levantei minha mão o mais alto que pude e um cara me acompanhou. Enquanto isso, o resto do grupo disse que queria continuar com a falação. Não deu 5 minutos TODOS do grupo estavam procurando as placas de Arduino. A maioria das pessoas nunca nem havia segurado um ferro de solda antes. Isso me fez concluir que além de chata, a aula estava sendo inútil pois ninguém ali estava conseguindo acompanhar nada. As pessoas estavam fazendo aquilo que sempre fazem dentro de sala quando a aula é ruim: FINGINDO que estavam entendendo o que estava se passando ali.

Tive vontade de sair de sala, mas ia pegar meio mal pois pra variar eu estava bem na cara do líder da sessão. Então, fiquei trabalhando em um projeto meu por de trás do computador enquanto contava os minutos para que desse 19 horas.

Quais foram os aprendizados

Apesar de frustrante, essa segunda sessão fracasso dos relógios, foi um ponto de virada. Foi uma confirmação de quão importante, necessário e desafiador é o desenvolvimento de práticas que possam auxiliar o trabalho dos professores. E de como o mesmo professor pode ser terrível em uma aula e INCRÍVEL em outra, isso  em questão de segundos. Também fiquei particularmente feliz pois esse episódio serviu de combustível para o desenvolvimento da sessão que como bolsista do programa eu tenho que obrigatoriamente oferecer para o pessoal do camp.

Alguém consegue adivinhar qual será o tema do meu workshop? Começa com T de TERRIBLE e termina com T de TEACHING! =)

Brasileira que está participando do programa de verão da Universidade de Nova York. Ele é realizado dentro do laboratório do ITP, o Programa de Telecomunicação Interativa. O resultado final dessa jornada será a criação do “Livro das ferramentas”, uma coletânea de ferramentas makers que poderão ser montadas de maneira simples e de baixo custo. Confira todos os relatos aqui.

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Brasileira participa de imersão nos EUA para criar livro sobre ferramentas makers

A brasileira fundou um laboratório maker de inovação educacional que utiliza a tecnologia como ferramenta para capacitação de profissionais e alunos do ensino básico de competências escolares e habilidades de vida. Cuja o principal objetivo é contribuir para que as aulas possam ser mais interessantes, estimulantes e inspiradoras. Isso tanto para alunos quanto para professores!

Educação Maker Tunnel Lab tira foto de rua em Nova York

Este mês ela estará em Nova York participando do programa de verão da Universidade de Nova York. Ele é realizado dentro do laboratório do ITP, o Programa de Telecomunicação Interativa. São 150 participantes de vários lugares do mundo, das áreas de tecnologia, arte, educação, engenharia.

Dentro do grupo de participantes, algumas pessoas são selecionadas como  bolsistas Instigators, os “instigadores”, que devem propor um projeto que deve acontecer durante o programa. A fundadora do laboratório maker está participando como instigator.

Inovação e tecnologia

O objetivo dela é criar protótipos para uma coletânea de ferramentas makers que poderão ser montadas a partir de um livro. São ferramentas que utilizam apenas papelão e materiais recicláveis. Afinal de contas, existe algo mais maker do que CRIAR as próprias ferramentas?

O livro será destinado a crianças de 8 a 80 anos. Ele vai contar com todos os templates e muita engenharia de papel para mostrar que a tecnologia não é um bicho de sete cabeças. A publicação mostra que, com um pouco de criatividade, podemos desmistificar a cultura da ciência e da tecnologia. Confira aqui o primeiro relato

Quem quiser vai poder acompanhar todas as novidades a partir de agora através do portal e do Instagram do @caindonobrasil. Também teremos relatos de workshops que vão desde a criação de relógios de parede ao ensino de machine learning sem o uso da internet ou computadores. Vamos ainda aproveitar a estadia para visitar escolas e projetos inovadores.

 
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E-book em parceria com MundoMaker ensina a planejar Espaço Maker

Pessoas durante projeto em Espaço Maker
(Reprodução/Inoveduc)

O movimento maker tem conquistado espaço nas instituições de ensino. Isso porque existe, atualmente, uma concordância de que um modelo de ensino que estimule prática e capacidade de resolução de problemas dos alunos é muito mais eficaz para o aprendizado.

Além disso, estimular a cultura maker nas escolas prepara os estudantes para o futuro, como destacou Edgar Andrade, CEO do Fab Lab Recife. Segundo ele, “O modelo baseado no consumo está esgotado. No futuro, as pessoas viverão em um mundo de compartilhamento. Aqui no Fab Lab Recife buscamos promover uma mudança no modo como as pessoas consomem e estimulamos as crianças a criarem seus próprio brinquedos”.

A implementação de atividades “mão na massa” nas escolas também contribui para a adequação das escolas ao que determina a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Dentre as principais competências listadas, o documento prevê o estímulo ao desenvolvimento social, diversidade e pensamento crítico. Essas, entre outras atividades, são fortemente trabalhadas em atividades nos espaços maker.

“Sem dúvida, a cultura maker nas escolas pode ajudar na implementação da base. As experiências em laboratórios são mais ricas e contribuem para o processo de aprendizagem das crianças. Para isso, o professor precisa entender que não deve atuar mais como detentor do conhecimento. Mas como um articulador dos conteúdos que precisam ser transmitidos.”

Saiba como planejar um espaço maker em sua escola

Imagem de capa do E-book "Dicas essenciais para criar um espaço maker em sua escola"

Embora reconheçam a importância do movimento, muitas escolas não sabem como organizar um espaço para que os alunos tenham acesso a atividades mais práticas.

Pensando nisso, o InovEduc, em parceria com o MundoMaker, organizou o e-book “Dicas essenciais para criar um espaço maker em sua escola”.

O material reúne orientações básicas para que gestores e professores possam, aos poucos, planejar um espaço maker em suas escolas. Com o e-book será possível entender as seguintes questões:

– Como a cultura maker está relacionada a educação
– O papel do professor na cultura maker
– O que deve ser considerado na hora de planejar o espaço
– Quais são as principais ferramentas utilizadas
– Como organizar o espaço

Além disso, o sócio-proprietário da MakerLinux, Cláudio Sampaio — especialista em impressão 3D de baixo custo, com um livro open sourcepublicado sobre o assunto —, dá orientações sobre o que fazer (ou não) com impressoras 3D em espaços maker, neste vídeo.

“Em um espaço maker, o aprendizado vai muito além de mexer na ferramenta. As crianças aprendem a ter respeito com as coisas e com os outros. Essas são atitudes que servem para a vida toda. Mesmo que futuramente elas não frequentem mais esse tipo de espaço e não se interessem mais por isso, passarão por locais onde tudo isso será solicitado delas”, ressaltou Fábio Zsigmond, cofundador do MundoMaker.

Baixe aqui o e-book ‘Dicas essenciais para criar um espaço maker em sua escola’

Matéria publicada pelo Inoveduc.

 

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Um armazém de criatividade no agreste pernambucano

O Armazém da Criatividade em Caruaru incentiva a inovação e empreendedorismo no interior de Pernambuco. A iniciativa reune educação, ciência e tecnologia com o setor produtivo e com as políticas públicas. Com isso, reforça a capacidade tecnológica do agreste e induz a novas dinâmicas econômicas baseadas na criatividade, no conhecimento e na inovação. Como resultado, incentiva o surgimento de novos empreendimentos inovadores para diversificação e fortalecimento da competitividade da economia local.

O Armazém é um complexo tecnológico que integra um conjunto de ingredientes essenciais às estratégias de desenvolvimento baseadas no conhecimento e na inovação. É uma estrutura de convergência de talentos, tecnologias, infraestruturas e serviços qualificados que oportunizam o surgimento de novos empreendedores inovadores. O Armazém é como um braço ou uma extensão das escolas técnicas, das universidades e das empresas.

Frentes de atuação do Armazém da Criatividade

Armazém da Criatividade Caruaru

O projeto combina seis funções consideradas essenciais a um ambiente de inovação e empreendedorismo. Todas elas são integradas num único espaço de compartilhamento de trabalho:

• Empreendedorismo – incubadora de negócios. Além de espaços empresariais de alto padrão destinados à instalação de empreendimentos oriundos da incubadora, das universidades ou do mercado.

• Experimentação – laboratórios de alta tecnologia para suporte à criação e inovação.

• Exibição – showroom com infraestrutura apropriada para apresentações e exposições variadas de projetos e produtos em seus vários estágios de desenvolvimento.

• Educação – espaços de formação continuada de capital humano. Pilar essencial para qualificar a base técnica para a inovação no ecossistema produtivo local.

• Coworking – espaço qualificado e de baixo custo para trabalho cooperado. Espaço para encontros e interações, onde jovens empreendedores costumam se reunir em busca de informações, parcerias, insights etc.

• Crédito – fundos institucionais ou privados de fomento ao empreendedorismo e inovação voltados para consolidação das startups.

Com o objetivo de fornecer uma plataforma apta ao fomento das atividades propostas, o Armazém conta com uma infraestrutura tecnológica e de serviços especializados de alto nível. O princípio da excelência tecnológica está presente em todos os espaços do Armazém da Criatividade em Caruaru, mas é especialmente diferenciado nos espaços de experimentação.

Criatividade apoiada por laboratórios práticos

Laboratório do Armazém da CriatividadeO diferencial do Armazém da Criatividade de Caruaru são os laboratórios e equipamentos de alta performance, distribuídos em três núcleos funcionais com predomínio de recursos de suporte à moda:

  • Criação – laboratórios de design gráfico, de produto e de moda, modelagem 3D, desenvolvimento de games
  • Prototipação – laboratórios de digitalização e impressão 3D, produção gráfica e produção de vestuário
  • Editorial de moda – estúdios de fotografia e vídeo, mixagem e pós-produção audiovisual

Todo este conjunto estrutural de inovação permite que novas possibilidades sejam articuladas, trabalhadas e desenvolvidas na região. Novos modelos de ensino, de desenvolvimento de projetos e de geração de negócios estão a surgir desde à instalação deste ambiente de inovação do Porto Digital na região Agreste.

Parcerias com instituições de ensino e setor produtivo

Os convênios com as universidades e instituições de fomento ao empreendedorismo e novas tecnologias está a gerar novos nichos de mercado. Com isso, novos perfis de profissionais com base em inovação e tecnologia de ponta estão sendo criados. Essa mudança acaba ressignificando os modelos educacionais da região.

Dentre os destaques, ocorre o fortalecimento da perspectiva de pensamento e habilidades profissionais das novas gerações. A juventude do agreste pernambucano está envolvida nas tendências de mercado como antes não houvera e aberto as possibilidades de conhecimento e acesso as diversas faces de mercado e do saber.

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Educação Maker ajuda a desenvolver competências socioemocionais

Já ouviu falar sobre Educação Maker? A mão-na-massa e o desenvolvimento de competências socioemocionais estão cada vez mais presentes nas salas de aula do Brasil. Para conhecermos mais essa prática, entrevistamos Gabi Agustini, uma das criadoras do Olabi, um laboratório de inovação e tecnologia no Rio de Janeiro.

Gabi Agustini Educação Maker“O mais importante da educação maker é tirar as `caixinhas` que colocamos nas disciplinas nos últimos anos. Assim, mostramos que Matemática, Ciência, Física, Biologia, Histórias e as demais disciplinas estão todas interligadas”, afirma Gabi. “A educação maker vai além das ferramentas, ela é sobre empoderar indivíduos para aprenderem a aprender.”

A especialista explica que a educação maker estimula o pensamento crítico e a criatividade. Ela também desenvolve habilidades e competências conectadas às demandas reais da sociedade e estimula a aplicação de conhecimento teórico a partir da prática.

Educação Maker para todos

Uma das questões que surge com a ampliação da cultura maker é a do acesso. Os FabLabs – laboratórios de fabricação equipados com máquinas que possibilitam a construção dos projetos criados – ainda são poucos e concentrados em regiões mais ricas das cidades.

“Os FabLabs são espaços que foram desenhados para ampliar o acesso às ferramentas da inovação. Por isso, têm a prática de abrir um dia gratuitamente para as pessoas que queiram desenvolver um projeto no espaço”, conta Gabi. Em São Paulo, já são 12 FabLabs Livres mantidos pela prefeitura, abertos de segunda a sábado para quem quiser criar.

Comece a trabalhar com a Educação Maker hoje

Quer entender melhor esse movimento e não sabe por onde começar? A dica da Gabi é se aproximar de oficinas que estejam acontecendo na sua cidade ou buscar por projetos que podem ser feitos em casa. “A partir daí, é possível entender o que faz sentido para o que cada pai e educador busca aprender/ensinar”, diz. Aqui vão algumas dicas dela para mergulhar no assunto e colocar a mão na massa:

Rede Mão na Massa – site com diversos materiais de apoio para criar clubinhos mão na massa

Clube Maker – conteúdo gratuito em seu fórum, oferece cursos e assinaturas de caixinhas maker

Edutopia – diversos textos e vídeos com ferramentas para aplicar em diferentes grupos (em inglês)

Curso online de aprendizagem criativa do MIT – o Media Lab Learning é referência internacional em educação maker e, além do curso, oferece conteúdo na área (em inglês)

Rede Robô Livre – plataforma de desenvolvimento colaborativo que incentiva a prática da robótica

Labceus – iniciativa para aproximar os laboratórios multimídias dos CEUs de Pernambuco com a sociedade, oferece tutoriais e promove ocupações artísticas