Imagem de Pedro Popoff de costas no palco durante apresentação em escola
(Reprodução/Facebook)

A cultura popular popular está em tudo. Ela é música, dança, canto, festas, literatura, brincadeiras, culinária, entre muitas outros outros hábitos de um povo. No entanto, há um detalhe muito importante: ela precisa ser transmitida de geração em geração, porque é assim que esses costumes se fixam.

Apesar de não haver uma relação tão clara entre a tradição e o mundo globalizado, a cultura popular está mais próxima do que imaginamos. Por ser muito ampla, ela pode estar presente no cotidiano de diferentes formas. Pode ser através do rap, do funk e da cultura indígena, africana e até de outras regiões do Brasil.

Cultura popular e aprendizagem

Pensando nisso, como ela pode ser útil dentro da sala de aula? Afinal, ao relacionar a aprendizagem com situações da vida real, a educação ganha muito mais significado e desperta muito mais engajamento. O Cordel é um exemplo disso, como mostra o Projeto Brincando de Cordel, de Pedro Popoff.

Com apenas 12 anos, Pedro tem como missão espalhar a cultura e literatura nordestina dentro das escolas. Ao apresentar o gênero, a literatura de cordel, histórias, objetos e comidas típicas, novas possibilidades culturais são despertadas. Assim, é possível mostrar que a arte e a cultura abrem horizontes, especialmente quando estão relacionadas ao processo de aprendizagem. Além disso, a conscientização sobre o respeito entre as diferenças culturais, o incentivo a pesquisa e o desenvolvimento da escuta e da leitura são questões essenciais a serem trabalhadas.

O cordel é um bom exemplo, além de outras possibilidades pedagógicas que podem ser exploradas dentro da cultura popular. Com isso, é possível oferecer aos alunos espaços para debates de temas como cidadania, solidariedade, preconceito e protagonismo.

Veja um pouco mais sobre o projeto de com Cordel nas escolas de Pedro: