Publicado em Deixe um comentário

Pedagogia das cores: como estimular a criatividade no ambiente escolar

Imagem de uma menina sorrindo, vestindo um vestido brano com flores coloridas, e atrás dela um cartas colorido com uma árvore no meio
Imagem de uma menina sorrindo, vestindo um vestido brano com flores coloridas, e atrás dela um cartas colorido com uma árvore no meio
(Reprodução/Facebook)

Qual a importância de um lugar estimulante para a educação? O mundo têm muito aprendizado para oferecer, mas, muitas vezes, o ambiente escolar não incentiva os alunos tanto assim. Uma forma super interessante de promover esse estímulo é através do ambiente. As escolas precisam ser um lugar prazeroso e que desenvolve a imaginação. Pensando nisso, as cores são uma boa alternativa para tornar a educação um processo que não trave a imaginação dos jovens. É isso o que a Pedagogia das Cores acredita, uma alternativa para estimular os sentidos e levar mais vida para as escolas. 

O Projeto Pedagogia das Cores

O objetivo do projeto é levar conhecimento para educadores e pessoas da área da educação sobre essa metodologia. Para isso, há uma página que divulga esse conhecimento. A administração é feita por Solange Depera Gelles, pedagoga, cromoterapeuta e escritora. Como pedagoga criou a metodologia, que busca levar para o ambiente escolar as cores. Em seu livro Manual da Pedagogia das Cores, ela orienta educadores e pais sobre uso correto das cores no estímulo do educando. 

As cores interagem em nosso cotidiano mesmo sem nossa permissão. Um exemplo disso é o marketing, a mídia, o comércio, políticos e até lideres religiosos. Afinal, as cores estimulam o individuo a comprar sem precisar, comer sem ter fome e assim por diante. Então, porque a escola ainda não usa isso a seu favor? Especialmente quando se trata de estimular o aprendizado, a criação e a harmonia no ambiente.

Como funciona?

A Pedagogia das Cores apresenta uma visão pedagógica que explora o ambiente. Assim, busca oferecer mais oportunidades para os alunos descobrirem e vivenciarem diferentes estímulos. Pensando nisso, essa metodologia usa as cores da cromoterapia no ambiente escolar. Ou seja, o lugar deve estar preparado para receber o aluno, e precisa ser um ambiente estimulante, com as cores certas em doses certas. 
 
Esse estímulo começa de fora para dentro. No entanto, como consequência disso, há a possibilidade do aluno começar a estimular-se de dentro para fora também, criando em si uma consciência mais saudável. Além disso, existem vários materiais, artigos, cursos e dicas sobre como aplicar essa metodologia mais diretamente no ambiente escolar no site da Pedagogia das Cores. Há também a divulgação de práticas e dicas na página no Facebook.
Publicado em Deixe um comentário

Jornada de Férias do Canalbloom: últimos dias!

Ilustração de um adulto ajoelhado, entregando um carrinho de brinquedo para uma criança. O fundo é roxo.

O CanalBloom organizou uma Jornada de Férias para crianças e suas famílias. Nela, eles organizaram várias atividades interessantes para aproveitar ao máximo esse tempo juntos. E, é claro, também desenvolver habilidades socioemocionais muito importantes. 

LEIA MAIS: A criança não sai da TV, nem larga o celular? SOS CanalBloom!

Calendário com os dias de janeiro e dezembro, com as datas das atividades. O texto está em branco e o fundo da imagem é roxo.

Esse período já está quase acabando. Então, nós separamos as últimas atividades oferecidas para ninguém ficar de fora dessa jornada. Olha só: 

08/01 – O macaco mandou… Fazer o quê? Pular em um pé só, rolar pelo chão ou até dar uma cambalhota! Seja criativo e divirta-se com o seu filho!

09/01 – História: A lenda da Vitória Régia. Que tal uma brincadeira com lanternas depois de uma história bem divertida? Convide seu filho pra ouvir!

10/01 – Caminhem pela casa como uma tartaruga!
 
11/01 – Obstáculos de fita crepe: O que dá pra fazer com esse simples material? Muitas coisas! 

12/01 – O rei silencioso: O silêncio é um desafio para o seu filho? Essa brincadeira vai ajudá-lo!

Saiba mais informações sobre a Jornada e a iniciativa no site do Canalbloom

Publicado em Deixe um comentário

A criança não te escuta? SOS CanalBloom!

Ilustração de uma criança brincando com blocos coloridos sentada no chão. Em cima dela, há balões de falas.

Ilustração de uma criança brincando com blocos coloridos sentada no chão. Em cima dela, há balões de falas.

Uma das perguntas mais comuns entre pais é: “Como faço para o meu filho me escutar?”. Você chama o seu filho para almoçar, então ele continua brincando e parece que nem ouviu o que você disse? Na maioria das vezes, a criança fica totalmente entregue ao faz-de-conta que cria e, sem intenção, acaba não respondendo ao chamado dos pais. Outras vezes ela até te escuta, mas não faz o que você pede, não é? Confira o que fazer.

LEIA MAIS: A criança não sai da TV, nem larga o celular? SOS CanalBloom!

Certifique-se de que você é um bom ouvinte

Quando uma criança não se sente ouvida, ela tende a reclamar, gritar ou fazer aquela birra, além de não querer te escutar nas próximas situações. Com uma escuta cuidadosa, você mostra ao à criança que respeita o que ela tem a dizer e dá o exemplo. Se seu filho te chamar e você não puder parar o que está fazendo para escutá-lo, você sempre pode dizer: “Filho, eu quero escutar o que você tem para me dizer, mas preciso de alguns minutos para terminar de escrever essa mensagem, tá bom?”.

Tente perceber no que ela está prestando atenção

Imagine que você está ocupado, fazendo algo importante. Seu amigo então faz um pedido: que você pare imediatamente o que está fazendo e faça outra coisa, que não é a sua prioridade nesse momento. Como você se sentiria? Às vezes, até os adultos não querem escutar. Colocar-se no lugar da criança e tentar compreender que no que ela está atenta é importante para facilitar a comunicação entre vocês. Tente algo como: “Sei que essa brincadeira está legal e que você não quer parar de brincar agora. Mas, preciso que você me ajude a encontrar a sua camiseta para podermos ir para a escola”.

VEJA TAMBÉM: Brincadeiras sensoriais para crianças maiores de 2 anos

Tenha a atenção da criança

Atender a um pedido é mais complexo do que parece. Primeiro, a criança precisa escutar o pedido, depois memorizá-lo e então fazer a conexão entre o pedido e o movimento que ela fará. Não adianta chamar insistentemente, nem gritar. Ajoelhe, desça até a altura dela e a toque com leveza. Olhe-a nos olhos, chame-a e espere até que ela também esteja olhando para você. Então, comece a falar. Se você não pode fazer isso por algum motivo, porque está no carro por exemplo, certifique-se de ter sua atenção. Pergunte algo como: “Filho, posso te dizer uma coisa?”. Seja breve e evite frases longas.

Sempre que puder, torne os momentos de conversa algo prazeroso para vocês. Assim, quando você precisar orientá-la, ela estará mais disposta a te ouvir. Para conferir o SOS completo sobre esse tema, acesse: https://canalbloom.com/sos/a_crianca_nao_me_escuta

 

O CanalBloom é uma plataforma que traz ferramentas para apoiar pais e mães nos desafios da parentalidade, buscando uma infância mais saudável com base em orientações de especialistas e um conhecimento qualificado. Acesse através do: www.canalbloom.com

Publicado em Deixe um comentário

3 dinâmicas para resgatar a humanidade em tempos difíceis

Quem não sofreu nessas eleições levanta a mão. Por isso, a Numi –  escola criativa para crianças e adolescentes com foco no desenvolvimento de competências socioemocionais, vai compartilhar um texto com dinâmicas bastante interessantes.

Sortudo é aquele que conseguiu passar esses meses sem se desgastar ou discutir com ninguém. E como ficam as crianças nessa bagunça? Enquanto alguns dizem que “política não é coisa de criança”, ainda assim não entendem que elas estão ali tentando entender esse furacão. Foi isso que eu vi em uma das minhas turmas na escola pública, crianças que repetem violências ou se preocupam com o que ouviram sem entender o motivo disso tudo.

A verdade é que nós, adultos, acabamos não nos dando conta do diálogo violento que adotamos para defender nossas ideias e expressar nossos sentimentos. E agora que acabou? Vida que segue? Eu acho que ainda não. Precisamos falar sobre humanidade. O “apontar de dedo” constante faz a gente esquecer que, por trás daquele cidadão, existe um ser humano. Um ser humano com medo, preocupado ou até esperançoso por uma mudança. Como trabalhar com as crianças, que tanto se sentiram impactadas pelos nossos discursos, sobre humanidade e compaixão? Vou te contar os 3 exercícios que levei para a sala de aula e que rendeu até lágrimas durante o processo:

A pessoa no cenário

Leve as crianças para um espaço público, e explique a elas a importância da gente buscar uma conexão verdadeira com o outro, em vez de criar julgamentos e pré-conceitos. Peça para que respirem fundo 3 vezes e, em silêncio, escolha uma pessoa que está passando. De longe, peça que a criança crie uma história ou responda algumas perguntas sobre essa pessoa. Qual é o nome dela? Quais são seus medos? Qual é o seu maior sonho? Ela tem filhos? Ela parece estar preocupada ou feliz? Esse é um exercício que vai render reflexões para o resto da vida: existe um ser humano por trás daquela pessoa que, antes, era apenas um elemento do cenário!

Qualidades do outro

Hora de exercitar um olhar compassivo para as pessoas que estão no nosso dia a dia. Fixe com fita adesiva nas costas de cada criança um papel em branco. Em seguida, dê 15 minutos para que cada uma escreva nas costas da outra qualidades que vê nelas. Os recados devem ser anônimos. O desafio é que todo mundo escreva pelo menos uma qualidade sobre o outro.

Essa dinâmica, no início, gera certa insegurança: “será que alguém vai escrever coisas ruins sobre mim?”. Acontece que todo mundo está vulnerável, e é natural que não queiram fazer com o outro o que não querem que façam com ele. É importante criar uma reflexão para contextualizar esse momento – existe, dentro de todos nós, um estado natural de compaixão. Vamos resgatá-lo?

Entreolhares

Já que os olhos são a janela da alma, por que não explorar o olhar para sentir a humanidade? Essa dinâmica é muito poderosa, e funciona tranquilamente com crianças e adultos. Peça para que as crianças formem duplas e sentem uma de frente para a outra.

Então, diga que elas terão que ficar durante 1 minuto olhando fixamente para os olhos da outra pessoa e, apenas por meio do olhar, transmitir o quer quer dizer a ela. Tudo isso em silêncio. Após esse tempo, elas podem dar um abraço no outro se quiser e a turma pode compartilhar como foi. A experiência pode ser repetida quantas vezes for interessante.

Essas são as minhas dinâmicas preferidas, e funcionou perfeitamente em todas as vezes que coloquei em prática! Experimente trazer essa nova perspectiva para a sua escola, os efeitos são incríveis. Acredito que o nosso país e as crianças nunca precisaram tanto de amor quanto precisam agora. Aliás, precisamos.

Publicado em Deixe um comentário

Você está com medo da situação política na Educação?

Nas últimas semanas, estamos acompanhando uma escalada de violência e intolerância de todos os lados. Na área da Educação, não é diferente: muitos educadores e estudantes que trabalham com alternativas educacionais, valorização das minorias, questões de gênero e outras estão sendo vítimas de violência e, muitas vezes, tendo seus direitos violados. 

Por isso, criamos uma ferramenta bastante simples: vamos conectar essas pessoas. São as pessoas que precisam de apoio com profissionais que gostariam de auxiliar na garantia dos direitos e na continuidade de trabalhos que fazem a diferença na educação brasileira. Se quiser, você também pode ser conectado com outros estudantes e educadores para estar cada vez mais junto com seus pares.

As respostas são sigilosas e nós faremos a conexão entre você e a melhor pessoa que você poderá apoiar ou que poderá apoiá-lo:

Publicado em Deixe um comentário

Manual das Eleições explica para as crianças como funciona o voto

Como explicar sobre eleições para crianças e jovens? Em ano de eleições e no meio de uma onda de fake news, o JOCA – um jornal criado e voltado para crianças e jovens- criou o Manual das Eleições do Joca. O material pretende ajudar esse público a entender a importância do processo democrático e também é instrumento para famílias e educadores abordarem os temas com esse público. Acesse o manual gratuitamente aqui.

“Nossa intenção é contribuir com o debate efetivo, imparcial e esclarecedor na sala de aula, formando crianças e jovens mais conscientes e engajados”, reforça a publicação. 

No manual:

Crianças e jovens aprenderão sobre a origem das eleições no mundo e o funcionamento do sistema no Brasil, além de aprender sobre como exercer seu papel de cidadãos durante e depois das eleições.

Pais e responsáveis encontrarão sugestões de como abordar o tema em casa, desmistificando situações confusas e aproximando-se dos jovens na discussão sobre o que acontece no Brasil.

Educadores poderão usar a ferramenta para trabalhar eleições e temas relacionados à política na sala de aula e propor as atividades sugeridas.

eleições para crianças

Publicado em Deixe um comentário

A criança mordeu? SOS CanalBloom!

Ilustração de duas crianças. Uma delas está mordendo o braço da outra, que está chorando.

Alguns bebês e crianças pequenas sentem uma forte necessidade de morder. Eles ainda não conseguem se expressar muitos bem com as palavras, então a mordida pode ser uma forma de comunicação. Quando o bebê sente raiva, ele pode morder para expressar essa emoção. Ou se precisa de um certo espaço e, inclusive, para demonstrar afeto. Na amamentação ou quando os dentes começam a nascer, as mordidas podem ser mais frequentes. Infelizmente, a criança não sabe o quanto isso dói. Saiba como lidar!

Ilustração de duas crianças. Uma delas está mordendo o braço da outra, que está chorando.

Proteja as crianças

O primeiro passo é garantir a segurança das crianças. Se uma criança vai morder a outra, não hesite: separe as duas crianças e evite que elas se machuquem. E vale para você também: se proteja. Mas vá com calma e não grite. Quando você grita, a criança se assusta e isso piora a situação.

LEIA MAIS: Hora de ir à escola e a criança não quer sair da cama? SOS CanalBloom!

Agressividade gera agressividade

Se a mordida aconteceu, não fique bravo, não grite, não castigue, não faça o bebê morder alguma coisa com gosto ruim e nem morda ele de volta. Ao contrário, seja honesto e diga o quanto isso dói. A criança percebe a sua sinceridade e muitas vezes para de morder imediatamente. E se a mordida foi em outra criança que está chorando, mostre que é porque ela está sentindo dor. Mesmo pequenos, os bebês conseguem entender que o choro acontece quando estamos chateados ou sentindo dor.

Incentive a empatia

Se for apropriado, pergunte se a criança gostaria de cuidar do amigo machucado. É importante que ela reconheça que o amigo precisa de cuidado e que ela pode ajudá-lo. Ela pode te ajudar a segurar a pomada enquanto você cuida da criança. Dessa forma, você a ensina sobre o efeito das próprias ações e a ajuda a desenvolver a habilidade de empatia.

VEJA TAMBÉM: A criança não sai da TV, nem larga o celular? SOS CanalBloom!

Nomeie os sentimentos

Esse é o primeiro passo para a criança aprender formas mais saudáveis de expressar seus sentimentos. Você pode dizer: “Percebi que você está triste porque não pode brincar com o que queria. Mas esse brinquedo está com seu amigo e ele não quer te emprestar agora. Às vezes, você também não gosta de emprestar, não é? Vamos encontrar outra brincadeira pra você”.

Quando você conversa com a criança, você a ajuda a encontrar outras formas de se expressar. Ensine-a a colocar limites usando palavras simples, como “não”, “pare” e “não quero”. Assim, ela ganha recursos para se comunicar sem as mordidas. Para conferir o SOS completo sobre esse tema, acesse: https://canalbloom.com/sos/criancas_que_mordem

 

O CanalBloom é uma plataforma que traz ferramentas para apoiar pais e mães nos desafios da parentalidade, buscando uma infância mais saudável com base em orientações de especialistas e um conhecimento qualificado. Acesse através do: www.canalbloom.com

Publicado em Deixe um comentário

3 dicas para mapear oportunidades educativas no entorno escolar

Selo com dicas para mapear oportunidades educativas no entorno escolar

Esse texto é um resumo produzido pelo Caindo no Brasil da publicação “Como mapear oportunidades educativas no entorno escolar?” do Portal Aprendiz, escrito por Claudia Ratti, para o site Dia de Aprender Brincando. Veja a matéria na íntegra no site. 

Selo com dicas para mapear oportunidades educativas no entorno escolar

Quando observamos com atenção o entorno escolar, é possível perceber um território repleto de boas oportunidades educativas. Podem ser os parques, praças, ruas e até antigas construções. Pensando nisso, por que não proporcionar aos estudantes um momento de aprendizado fora dos muros da escola?

Uma maneira de identificar essas oportunidades é fazer um mapeamento do território, para então planejar as atividades externas. Durante o trabalho, é possível perceber que o espaço público é um ambiente para brincar e aprender.

LEIA MAIS: Educação para a cidade: como incluir o território na aprendizagem

1. Diagnóstico do território

O primeiro passo para mapear oportunidades educativas é fazer um diagnóstico do território. Para isso, comece respondendo algumas perguntas: onde a escola está localizada? O bairro é residencial ou comercial? Qual a natureza das instituições que compõem esse território? Com a ajuda de um mapa, observe o entorno do colégio e comece a listar os principais estabelecimentos que dividem o bairro com a escola.

Proponha a outros educadores que esse mapeamento seja feito em conjunto. O trabalho em equipe vai facilitar a identificação das oportunidades educativas, além de ser a chance de planejar uma atividade interdisciplinar ao ar livre.

Conversar com os estudantes também é uma boa maneira de fazer o diagnóstico da região, já que muitos moram no bairro. Entenda quais são os caminhos que eles percorrem diariamente, quais espaços frequentam e onde brincam quando estão fora da escola. A conversa pode destacar locais não óbvios, mas que carregam um grande potencial educativo.

OLHA SÓ: Cultura tem papel fundamental na integração entre escola e território

Depois de identificados, é hora de pensar quais oportunidades esses locais oferecem. Parques e praças são ambientes que permitem uma série de atividades. Desde brincadeiras ao ar livre até aulas com um conteúdo que dialoga com aquele espaço. Já antigas construções, como igrejas, residências e comércio local, por exemplo, são imóveis que contam histórias sobre bairro e revelam informações sobre determinado período histórico.

Fotografia de aproximadamente quinze crianças e uma professora brincando e sorrindo ao redor de uma represa. Uma das crianças está no centro da foto, sorrindo e pulando.
Todo entorno escolar é um território com imenso potencial educativo (Reprodução/Portar Aprendiz – Crédito: Dia de Aprender Brincando)

2. Articulação com o entorno

Após o diagnóstico do território, é hora de fazer a articulação com esses espaços mapeados. Pensem sobre a relação da escola com a comunidade. Ela está integrada às outras iniciativas do bairro? Os estudantes são próximos do território? A partir disso é possível pensar qual trabalho será feito para propor as atividades externas. Entre em contato com os estabelecimentos, apresente a sua ideia e veja quais são as possibilidades de parceria oferecidas.

Pense como essas pessoas e instituições que ocupam o território podem contribuir para o aprendizado dos alunos. Certifique-se de que são ambientes que comportam os estudantes com segurança e com espaço suficiente para colocar as atividades em prática.

3. Planejamento das atividades

Por fim, é hora de planejar as atividades que serão propostas no dia. Há uma infinidade de brincadeiras e experiências que você pode oferecer aos estudantes. Você pode propor brincadeiras que dialogam com o currículo, planejar uma aula ao ar livre, pensar uma vivência que aproxima os alunos dos elementos da natureza ou fazer uma caminhada para conhecer a história do bairro. Prefira espaços que proporcionam contato com a natureza e aproveite para pensar em atividades que não são possíveis dentro da sala de aula.

Além disso, avalie sempre a viabilidade da atividade e esteja preparado para imprevistos. Por isso, a presença de mais de um educador responsável pelos alunos facilita a atividade. Escolha locais próximos da escola e trace um percurso que não seja muito longo, mas que possa ser vivenciado pelos alunos. Certifique-se de que todos os estudantes têm autorização para sair do colégio e lembre-se de identificá-los antes de ir para a rua.

Publicado em 1 comentário

Manual de comunicação LGBTI+ mostra como tratar gênero e sexualidade na educação

Capa do Manual Comunicação LGBTI+.

Capa do Manual Comunicação LGBTI+.

Tratar gênero e sexualidade na educação é muito importante para construir uma sociedade com menos violência e intolerância. Pensando nisso, a Aliança Nacional LGBTI e a GayLatino produziram um manual de comunicação LGBTI+ muito interessante. Nele, há uma introdução importante sobre como as pesquisas e os estudos têm olhado as questões de gênero e sexualidade. Há também assuntos que ainda causam muita confusão entre jornalistas e muita encampação de discursos religiosos ou sem base científica.

LEIA MAIS: Como apoiar os alunos transgêneros na escola

Nas mídias e na educação

O material apresenta aos meios de comunicação e educação terminologias importantes. E busca também promover discussões de temas relevantes para o debate nacional e internacional sobre seus direitos. Portanto, seu objetivo é contribuir para diminuir preconceitos e estigmas. Assim, ele colabora para o melhor entendimento de termos que são recorrentes entre a população LGBTI+, mas que podem não ser usuais no dia a dia de comunicadores, estudantes e educadores. Assim, podemos contribuir para uma comunicação mais inclusiva e atenta às realidades.

A sua produção envolveu a participação de diversas associações, organizações, coletivos e indivíduos. Todos diretamente engajados na defesa dos direitos das pessoas LGBTI+ e dos direitos humanos de uma forma geral.

Publicado em Deixe um comentário

Material do IBGE mostra como explorar dados estatísticos em sala de aula

Imagem do site do IBGEduca

Imagem do site do IBGEduca

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) é o órgão responsável por prover dados e informações sobre o Brasil. Neste ano, eles lançaram uma página com dicas e sugestões para educadores. Nela, eles abordam como trabalhar os dados levantados pelo instituto na sala de aula.

O IBGEduca

O IBGEeduca disponibiliza atividades que contam com material visual. Isso inclui gráficos, tabelas, folders e infográficos, e contemplam desde a educação infantil até o ensino médio. Também conta com dicas para planejamento da aula, sugestões de discussões e roteiros de perguntas para guiar a análise dos dados.

LEIA MAIS: 5 dicas para aprender Ciências na prática

É possível filtrar as atividades de acordo com etapa de ensino, disciplina e tema. Os professores também podem trocar experiências na aba Blog do professor. Lá é possível compartilhar projetos desenvolvidos a partir do conteúdo da plataforma e acessar o que já foi feito por outros docentes. O site conta ainda com segmentos voltados a crianças e jovens, com materiais específicos para cada faixa etária. Veja mais detalhes no site do IBGEEduca.

Post com resumo e modificações produzidas pelo Caindo no Brasil da publicação “IBGE disponibiliza material sobre como explorar dados estatísticos em sala de aula“, da reporter Juliana Fontoura para a Revista Educação. Leia a matéria original e na íntegra clicando no link.

Publicado em Deixe um comentário

Xixi na cama? SOS CanalBloom!

Ilustração de um personagem deitado na cama, com uma expressão preocupada.

Ilustração de um personagem deitado na cama, com uma expressão preocupada.

É normal que as crianças pequenas façam xixi na cama. Isso acontece porque a bexiga da criança pode ainda não estar desenvolvida o suficiente para armazenar o que precisa durante à noite. Ou então, pode ser que ela durma um sono muito profundo e ainda não consiga despertar para ir ao banheiro. A boa notícia é isso se transforma conforme a criança cresce. Enquanto isso, veja o que fazer!

Acolha as emoções da criança 

O xixi na cama não acontece porque a criança é preguiçosa ou desobediente. É uma atividade inconsciente, que ocorre sem querer. Por mais que seja cansativo para os pais, a criança é quem normalmente mais sofre com a situação. Se você conseguir mostrar que entende como ela se sente, você a ajudará a não se sentir culpada e a entender a situação como algo normal, que ela será capaz de superar. Isso é fundamental para que ela passe por este desafio de forma saudável. Por isso, seja acolhedor. Com um tom de voz tranquilo, você pode dizer: “Puxa, filho, incomoda mesmo quando acordamos molhados assim… Mas isso acontece. Na sua idade, isso é comum. É difícil perceber o xixi enquanto estamos dormindo, por isso às vezes escapa. Está tudo bem. Agora vamos trocar essa roupa e voltar a dormir? Que tal se você me ajudar a pegar um outro pijama?”.

LEIA MAIS: Hora de ir à escola e a criança não quer sair da cama? SOS CanalBloom!

Esvazie a bexiga antes de dormir

Pelo menos 1 hora antes de dormir, ajude a criança a não beber líquidos. Tente se programar para dar o leite ou a água antes disso. Isso vai ajudar a diminuir a quantidade de urina produzida à noite e, com isso, as chances de escapar xixi enquanto ela estiver dormindo. Leve-a ao banheiro pelo menos duas vezes antes de ir para a cama: uma vez no início da rotina para dormir e mais uma antes de apagar as luzes. Nessa hora, você pode levá-la no colo e deixar o banheiro com pouca luz, para não agitar a criança que se prepara para dormir.

VEJA TAMBÉM: A criança não sai da TV, nem larga o celular? SOS CanalBloom!

Não acorde a criança à noite

Acordar a criança reforça o hábito dela fazer xixi enquanto dorme e a responsabilidade de permanecer seca acaba sendo transferida da criança para os seus cuidadores. 

Se a criança já aprendeu a controlar o xixi na cama há mais de seis meses, mas o xixi volta a escapar, isso pode estar acontecendo por alguma situação de estresse: a separação dos pais, algo na escola ou até o nascimento de um irmão. Converse com a criança sobre seus desafios e acolha essas emoções. E se ela tiver mais de 5 anos, o recomendado é consultar um pediatra ou nefrologista pediátrico para avaliar o que pode estar contribuindo para o xixi na cama. Para conferir o SOS completo sobre esse tema, acesse: https://canalbloom.com/sos/_a_crianca_faz_xixi_na_cama

 

O CanalBloom é uma plataforma que traz ferramentas para apoiar pais e mães nos desafios da parentalidade, buscando uma infância mais saudável com base em orientações de especialistas e um conhecimento qualificado. Acesse através do: www.canalbloom.com

Publicado em Deixe um comentário

Brincadeiras sensoriais para crianças maiores de 2 anos

Selo na cor verde-água com 5 dicas de Brincadeiras Sensoriais para crianças.

Selo na cor verde-água com 5 dicas de Brincadeiras Sensoriais para crianças.

Brincar é muito importante para o desenvolvimento infantil. Pensando nisso, o Portal Lunetas selecionou uma super lista com dicas de brincadeiras para crianças a partir dos dois anos. Essas sugestões foram reunidas por um dos parceiros do site, o Massacuca. Esse é um projeto onde duas mães compartilham suas descobertas. Elas acreditam na riqueza de um brincar simples e que também seja capaz de oferecer um imenso aprendizado. Essas brincadeiras sensoriais são atividades lúdicas onde a criança, além de se divertir, também estimula diferentes sentidos. 

O Massacuca separou 10 dicas de brincadeiras. Nós destacamos cinco delas, olha só:

1. Cortina sensorial

Montagem de duas fotografias. Na primeira, há um menino mexendo nas fitas penduradas. Nas pontas das fitas estão penduradas as garrafas PET. Na segunda foto está um garoto segurando uma dessas garrafas penduradas.
(Reprodução/Lunetas)

Essa brincadeira é coletiva e requer espaço e mãos. A ideia é usar garrafas sensoriais diversas para montar uma enorme cortina. Para fazer, basta usar a criatividade, soltar a imaginação e usar um pouquinho de tudo para montar as garrafas.

2. Caixa sensorial: jardim de gelatina

Imagem de duas crianças sentadas em um tapete de plástico. Uma delas está olhando para baixo, brincando com um pedaço de frutas. A outra está com as mãos dentro do pote de gelatina vermelha
(Reprodução/Lunetas)

Esse é um jeito interessante de utilizar alimentos que não estão mais aptos para consumo. Faça uma enorme travessa de gelatina, e jogue pedacinhos de frutas e legumes feitos com cortadores de biscoito. Estrelas de pêra, corações de cenoura, luas de maçã, flores de beterraba e muitos outros formatos para deixar a brincadeira mais atraente. A ideia é que as crianças usem as mãozinhas e talheres também para explorar a caixa e todas as suas formas e sabores.

3. Pintando com os pés

Essa brincadeira faz sujeira! O ideal é escolher espaços ao ar livre. Com papel bolha, você pode fazer uma ‘botinha’ para os pequenos, assim não suja os pés. Use um pedaço de papel grande, estenda no chão e use tintas de diferentes cores para as crianças brincarem de pintar com os pés. Ah, pode ser que no meio da brincadeira as botinhas sejam deixadas totalmente de lado. E tudo bem.

4. Carimbos naturais

Fotografia de uma mesa vista de cima. Há uma forma de cupcakes com tintas coloridas dentro dos buracos. Há pincéis com tinta, folhas com carmbos e vegetais cortados em diferentes formatos.
(Reprodução/Lunetas)

Essa é uma ideia simples e cheia de criatividade. Usando cortadores de biscoito, você transforma algumas batatas, cenoura, pimentão e erva-doce em carimbos naturais. Use tinta de diferentes cores para as crianças poderem usar a criatividade e criar lindos desenhos. Não precisa ficar perfeito, afinal o grande charme dos carimbos naturais é explorar suas formas e texturas. Basta cortar pedaços que fiquem confortáveis para as crianças segurarem e pronto!

5. Massinha com purpurina: fábrica de cupcakes

Usando massinha colorida, dá para brincar de cozinhar e fazer cupcakes, por exemplo. Com outros materiais, é possível enfeitar os cupcakes. Essa é uma brincadeira que as crianças adoram por ser puramente criativa e eles poderem criar o que quiserem.

Post com resumo e modificações produzidas pelo Caindo no Brasil da publicação “10 brincadeiras sensoriais para crianças maiores de 2 anos“, do Massacuca para o Portal Lunetas. Leia a matéria original e na íntegra clicando no link.